No bater do coração…

A presença de nossa Fonte se identifica tal como quando sentimos as batidas do coração, com a mão sobreposta ao peito… Sentimo-nos em plena atividade vital ao percebermos que, aonde bate um coração ritmado com o coração de nossa Mãe Planetária, pulsa energia… Aonde há energia, há Deus, e onde há Deus, há uma manifestação de sua Divindade…

É quando vivenciamos o Amor Supremo e sentimos paz profunda do centro de nosso Ser, após a gratidão pelo recordar de que não há de se idolatrar, ao que nos faz sentirmos ser da própria substância de sua vontade, quando por isso abrimo-nos, inspirando-nos a compartilhar renovadas emoções com o todo existente…

Os pensamentos indignos da atenção de nossas elevadas percepções desvanecem-se, cedendo lugar a ideais cada vez mais crescentes… Emergindo por um desejo incontrolável de plantar mais sementes, já visualizando o vasto jardim das novas criações…

É quando saímos levando um corpo já mais leve para movimentar-se, em meio ao mundo desconexo de nossas aspirações de almas, que já não mais enxergamos como realidade… Quando produzimos uma extasiante saudação a alguém que, outrora pensávamos que não conhecíamos, mas agora compreendíamos na amplitude do enxergar límpido, que no corpo do Ser avistado em nossos trajetos, bate o coração de uma faceta evolutiva da Criação, onde pulsa energia vital de movimento e fluxo do Amor de nossa Fonte… Então, recordamos que o ninguém é inexistente, e o próximo é alguém em outro aspecto de nós mesmos…

Deixamos de fazer julgamentos preconcebidos de uma existência, e dissolvemos os muros das fronteiras imaginárias que nos pareciam tão importantes… Pois entendemos que somos as experiências sagradas de uma única Fonte, a desenvolverem-se e propagarem-se em vida contínua e criativa pelo universo…

Então, isentamo-nos de julgar, erradicando o preconceito de nossa vasta gama de possibilidades, liberando-nos assim, dos limites auto- impostos, reconquistando a liberdade de permitir-nos Ser e permitirmos Ser, pela mesma Fonte contínua de Vida…

Neste ponto, não mais consideramos ou classificamos alguém como feio ou bonito, forte ou fraco, rico ou pobre, inteligente ou simplório, ético ou imoral, mas sim, sabemos que cada vida a se mover nesta realidade ilusória de imperfeições, vem evoluindo através de várias experiências, superando limites propostos como vidas reais, ilusões das crenças nas experiências de separação do Ser da própria origem, para recuperar o senso de que não há limites ao Ser Divino e que, para atingir a perfeição, basta reconhecê-la como não atingível, mas tão inata quanto às batidas do coração, o semear da vida, a capacidade de criar o novo, como a realidade da energia absoluta do Amor que nos move…

O Amor sempre pode emergir novamente… Por ser o poder infinito indicando que, todo medo obstrutor de nossa sensação de felicidade expansível e convicção na perfeição eterna, é um estado transitório para aprimoramento da alma, cumprindo o propósito criativo de sua Fonte, identificado por fim, como nossa hereditariedade criativa…

“Discernimos nossas realidades, quando sentimos que um mais um é igual a um, ou quando enxergamos no escuro, despertarmos no adormecer, ouvimos no silenciar e expandimo-nos de uma ínfima partícula de luz, além do que se possa mensurar…”

Fred Cury

Autor da página Fred on life no facebook: https://www.facebook.com/freedonlife

Autor do Livro: O amanhecer da consciência…

Pulsating heart … (English Version)

The presence of the Source is identified as when we feel the heartbeat, with her hand superimposed on the chest … We are in full activity vital to realize that, where a heart beats with the rhythmic heart of our Mother Planetary, there is pulses of energy … Where there is energy there is God, and where there is God, there is a manifestation of his divinity …

It is when we experience the Supreme Love and feel deep peace from the center of our being, after the gratitude for remembering that nothing there is to idolize, if all makes us feel to be the very substance of his will, when so open ourselves. And inspire us the share renewed emotions with all existing …

The unworthy thoughts of attention to our high perceptions, will fade, giving way to a ideal growing increasingly … Emerging by an uncontrollable urge to plant more seeds, already visualizing the vast garden of the new creations …

It is when we left leading a body, already lighter to move us amid the scrappy world of our aspirations of souls, which no longer see as reality … When we produce a rapturous greeting to someone who… Now we can understand as a body, where beats the heart of an evolutionary facet of Creation, pulsating in vital energy movement and flow of love from the Source … So, we remember that the term “no one”, is null, and that the similar is someone, another aspect of ourselves …

We do not do preconceived judgments of existence, and dissolve the walls of the imaginary boundaries we seemed so important … Because we understand that we are the sacred experiences of a single source, to develop and propagate in continuous and creative life by universe …

So, we disclaim of be judge, and we can eradicating prejudice from our wide range of possibilities, freeing us of the self- imposed limits, regaining the freedom to allow us to be and allow the other be too, by the same continuous Source of Life…

At this point, we no longer are with wish of consider or classify someone as ugly or beautiful, strong or weak, rich or poor, smart or simple, ethical or immoral, but we know that every life to move in this illusory reality of imperfections, is evolving through various experiences, exceeding proposed limits as real lives, illusions of belief in separation experiments of Being’s own origin, to recover the sense that there are no limits to the Divine and that, to achieve perfection, just recognize it as not attainable, but as innate as the heart beats, the seed of life, the ability to create the new, as the reality of absolute energy of love that moves us …

Love can emerge again always … As the infinite power is indicating that, all fear, to obstructing our sense of expandable happiness and belief in eternal perfection is a transitional state to improvement of the soul, fulfilling the purpose of his creative Source identified finally, as our creative heredity …

“We can discern our reality, when we feel that one plus one equals one, or when we see in the dark, or awaken when we are sleeping, when we heard in the silence, or when expand ourselves of a tiny particle of light, beyond what if can measure…”

Fred Cury

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