A parcela do equilíbrio…

Eu não procuro por teus defeitos, quando lhe são tão latentes… prefiro vasculhar até encontrar tuas virtudes… reconhecer-te em raízes aparentes…

Ao enxergar-te imperfeição, estarei em buscas por fragilidades em ti, tanto quanto julgar-te, ao mesmo tempo competindo, pelo que não vale a pena competir… Não há o que se ganhar ou perder, quando nas singulares expressões temos os mesmos desígnios… O retorno, a ascensão… A glória por destino…

Se carregas no semblante, os efeitos do que escraviza e auto flagela tua existência, não é a visão que desejo desfrutar… Porque sei, não és a mutação do que é perfeito para a deformidade, ou da luz para a obscuridade… És a perfeição imutável de passagem cega e corajosa pelas trevas da ilusão, que precisa apenas reencontrar-se à própria luz em expansão. Então, ajudar-te-ei, se assim me couber,… tanto como serei auxiliado ao olhar para a luz além da escuridão… Se olho-te um Ser avariado, vejo-me como tal… Mas, se eu conseguir enxergar-te o coração, é porque encontrei-me no próprio coração… Se eu considerar-te a Divindade manifesta, é porque entendi de minha Divindade que és parte do que sou parte,… do Amor a razão,… da Fonte, unicidade,… do evoluir a missão…

Liberto-me do que não mais me serve para prosseguir… Dos grilhões que me prendem na mesma roda que persiste em iludir… Não importam mais as minhas dores… devolverei a ti em gentileza… Não importam mais humilhações,… devolverei a ti em atenção… Não importam mais as perdas,… devolverei a ti ofertando-lhe meu último recurso… Não importa mais o futuro,… despertarei em ti um sorriso agora… Ao dizer-te;

“Ei, Alma de Luz! Você existe! Eu te reconheço!”

Viestes de onde venho, e te reencontro agora desgarrada do rebanho da liberdade… Dê-me tua mão… Volte comigo, se assim o desejares,… mas se ainda não crês, esperarei paciente a tua volta, como fui aguardado… Compartilho a ti a escolha que tive,… a visão da beleza que pude enxergar… Quando primeiro, afundando-me num mar denso de medos, voltei-me ao coração e coloquei-me a indagar… Tudo o que vivo aqui é real?… E sem hesitação ele me disse;

“Ao voltar-se para mim, destes o primeiro passo a reencontrar o caminho de tua verdade, e por a ti mesmo ser leal, serás por teu Amor, Felicidade”…

trecho do livro: O Amanhecer da Consciência, de Fred Cury

The portion of the balance… (English version)

I do not look for your shortcomings when you are so dormant … I prefer scour to find your virtues, … recognize you in apparent roots …
When you see imperfection, is a search for weaknesses in others, both as judge as competing at the same time, by what not worth competing …
There is nothing to be gained or lost, when the singular expressions have the same aims, … the rise, … the glory as destination …
If I see in the your countenance, effects of which enslaves and self plagues your existence, is not the view that I wish enjoy … because I know, … you’re not the mutation of the which is perfect for the deformity … or of light for dark, … you are the unchanging perfection of blind and courageous passage through the darkness of illusion, you need only to find itself in the very light expanding …
So, I can help thee … as much as I was aided by looking at the light beyond the darkness …
If I look to a Being in imperfection, I see myself as such I believe being … but if I can see you the heart, it is because I found myself in the very heart …
If I consider you as a manifest of the Divinity, it is because I did the discovery of my Divinity, as part of who you is part … Love as reason …of the Source, uniqueness … one being of the evolution, the mission …
I freed me from that no longer serves me to continue … the chains of the same wheel that persists in deceiving …
No matter more my pain … I will repay you in generosity …
No matter more humiliation … I will repay you in elevation …
No matter more losses … I will offering to you my last resource …
It does not matter the future … but I can awaken in you a smile now … by tell to you …
“Hey … Alma Light! You there! I recognize you!
… You have come from where I come from, and now I find you away from the flock of the freedom, … you can give me your hand, … come back with me if you so wish, … if you not accept now, I wait patient your back, as light waited for me…
I can share to you the my choice …the vision of beauty that I could see … when sinking me in a dense sea of fears, I turned to the heart asking …
All that live here is real? … And without hesitation he told me …
“Coming back to me, your heart and essence, you gave the first step to find the way of thy truth, and by you be loyal to yourself, you returned with your love for which it belongs, happiness”…

… Written by Fred Cury

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2 comentários

  1. Graça maria colavite · outubro 23, 2015

    Excelente ensinamento!

    Curtir

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