A vida como ela é…

Olha para o céu e não verás fronteiras.

Observe o voo das aves e não verás destinos.

Corteje uma majestosa árvore e não sentirás o tempo.

Acompanhe a correnteza das águas e não enxergarás o impuro.

Partilhe das luzes do Sol, da Lua e das estrelas, e não te cegarás pelo escuro.

Receba a brisa dos ventos e não te sentirás inerte.

Mergulhe em outro olhar profundamente e não reconhecerás o mal.

Feche os olhos, respire profundamente, mergulhe em si, declare-se amor, agradeça.

Levite em elevação com tua alma, pronuncie-se vida essencial de expansão universal, e ao reconheceres tua grandeza, não te sentirás em solitária existência.

Encontrar-se, não te exige desafios, nem lutas ou esforços além de teus limites…

Nada a superar. Nada a programar ou controlar.

Desvendar-se, não lhe cobrará o intelecto além do conhecimento. Não desvendarás enigmas ou caminharás em labirintos.

Tu existes com propósitos de Vida pela Vida. Não por funções estabelecidas, mas por fluência. Nem por batalhas a serem travadas ou para venceres obstáculos. Existes, porque és essência. Porque és alegria. Por seres Vida fruto do Amor Infinito, da evolutiva semente ao que se expande em liberdade, em harmonia.

Daí se cria a tua beleza sem vaidade. Tua natureza sem sacrifícios. A existência sem princípios ensinados como teus, as dores ou medos. Somente o saber consciente, de que és Vida Fluente. És Luz de intensidade. Uma Estrela Ascendente. A parcela do todo em toda parte.

De onde viestes ou para onde fores, não terás mais a vida colonizada, mas Integrada. Honrada. Amada. A alma que se fez aprendiz. A que reencontrará sua mestria na criança feliz, de pureza intocada.

Escrito por Fred Cury

Versão editada em Vídeo/Áudio por PALMA: https://youtu.be/HJrH5Ub61VU

Life as it is… (English version)

Look at the sky and you will not see borders.

Note the flight of birds and you will not see destinations.

Admire a majestic tree and will not feel the time.

Follow the flow of water of river and not enxergarás the impure.

Share the lights of the sun, moon, and stars, and you if put out of the dark.

Get the breeze of the wind and you will not if feel inert.

Immerse yourself in another look deeply and recognize them not evil.

Close your eyes, breathe deeply, absorbing itself, it must be stated love, be grateful.

Levite in elevation with your soul, pronounce it essential life of universal expansion, and recognizing your greatness, you will not feel up lonely in existence.

Looking for you does not require you challenges or struggles or efforts beyond your limits …

Nothing to overcome. Nothing to program or to control.

Unravel up, will not charge you the intellect beyond knowledge. You will not need to unravel puzzles, or will walk in mazes.

You exist with life purposes for Life. Not by established functions but creep. Not for battles to be fought in order to win or obstacles. Exist, for you are essence. Because you are joy. Life for being fruit of Infinite Love, the evolutionary seed to expanding in freedom, in harmony.

Then create your beauty without vanity. Your nature without sacrifices. The existence unprincipled taught to you, as pains or fears. Only the conscious knowledge that you are fluent Life. The light in intensity. A Rising Star. A portion of all everywhere.

Where you came from or where you are to go, you will have no more your life established, but life integrated. Honored. Loved. The soul who became apprentice. The find again his mastery in you of the happy child, of pristine purity.

Written by Fred Cury

 

O Manifesto da Liberdade…

A Liberdade não se conquista, se manifesta. Liberdade é inerente à Vida. Não há de se libertar o que é a própria Liberdade. Se não sentimo-nos livres, é por estarmos apegados a algo que o ego sugere como importante e indispensável.

Ao voltarmo-nos para o centro no coração, silenciando nosso personagem social e todas as suas percepções e entendimentos do que seja vida, permanecendo apenas com o nosso Ser Essencial, constatamos de que nada precisamos do mundo externo das ilusões e do temporal findável. Da mesma forma em que, à medida de tudo o que se apresente futilmente, aparente lhe acrescentar como algo relevante, é tomado de volta sob a forma de obtenção de nossas frustrações, as que também estimulam o medo da perda, afastando-nos do viver pleno, obscurecendo todo senso de liberdade.

Todos nos bastamos, pois somos tudo o que precisamos para preenchermo-nos e criarmos o que desejamos para nós mesmos. No silêncio de nosso universo interior, a liberdade começa a ser sentida novamente, ao restabelecermos a conexão com a energia da qual em verdade, é impossível separarmo-nos.

Um Ser que não consegue sentir Deus em seu coração, ainda está atrelado às buscas exteriores. Referências teóricas de prisioneiros egoicos, que fazem o possível para provar sua autonomia espiritual, sem o reconhecimento da Grande Energia Criadora Primordial. Tais promotores da desesperança argumentam, que a fé no Criador alavancou batalhas sangrentas e divisões em seu nome, aproveitando-se da vulnerabilidade dos dogmas religiosos doutrinários, que por outro lado, em seus conceitos de separação entre toda vida e sua Fonte e consequentes subserviências, permitem toda forma de contestações da ciência e também entre si.

Tais polaridades são protagonistas do medo e desinformações apocalípticas, que por um lado, atribuem grandes catástrofes como naturais e como de certa maneira, castigos das alturas, e por outro lado, utilizam-se de argumentos de escassez, omitindo e desviando toda possível percepção humana, de que o medo coletivo e todas as vibrações negativas oriundas do mesmo, são as verdadeiras causas dos desequilíbrios que se apresentam na superfície, posto que tudo se dá por fatores vibracionais. Ao final, os Seres que se julgam imperfeitas criações, separadas de suas divindades inatas, são tão céticos quanto os que desejam encontrar outras explicações para a origem da vida, ou para os desequilíbrios tridimensionais.

Não importam as guerras intelectuais, ideológicas ou teológicas, travadas em nome de visões equivocadas acerca dos preceitos divinos. Eventos se desenrolam como tem de ser, nas experiências permitidas pelo conhecer das fragilidades de um mundo separado do que é inseparável, e pela inutilização da ideia de reparar o irreparável. Não há como corrigir algo ilusório, mas apenas trazê-lo de volta à realidade.

É importante compreendermos nas buscas pela liberdade, que Deus não é solução para nada, mas é a própria natureza do Amor Primordial e Original em cada coração livre por sua concepção, cuja evolução é contínua e harmoniosa e é atuante por sua eternidade, até nas falsas crenças e do que delas se mostram resultantes, como única e consumada verdade: a Unidade.

O Um, é o verdadeiro e absoluto conhecimento e também a própria Liberdade. Independente de como se nomeie, pela ciência ou dogmas dos aprisionados do ceticismo e da negação, há uma Fonte de origem que habita e manifesta-se por suas continuidades vitais e criativas, férteis e transformadoras, cujo Cristo interior, ainda que esteja adormecido, é o canal pelo qual a Chama Eterna se manifesta evolutiva por atribuição, sem julgamento dos erros do efêmero, mas por alcance da graça individual e unificada, após o discernimento do que há acima do “joio e do trigo” dos pensamentos. Sobretudo, por manterem acesa a Chama do Amor Divino Eterno, não como resolução, mas pelo reconhecimento, de que cada experiência depurada é um dos caminhos que conduzem ao Coração Ascensionado. O retorno ao lar, do Ser Divino aprimorado.

Texto escrito por Fred Cury

Versão em Áudio/Vídeo editado por PALMA: https://youtu.be/IrPb5JqqGo8

The manifest of freedom … (English version)

Freedom not if conquest, is manifested. Freedom is inherent in life. No to free what is the very freedom. If we do not feel ourselves free, it is because we are attached to something the ego suggests how important and indispensable.

When to turn to the center in the heart, silencing our personal social character and all its perceptions and understandings of what is life, leaving only our Essential Being, we find that nothing is necessary of the external world of illusions and of time. The same way that, as everything that is presented futilely, apparent as something relevant, is taken back in the form of getting our frustration, which also stimulate the fear of loss, moving us from living full, obscuring all sense of freedom.

We all are suffice to us, for we have all to fill our empty, with innate creativity. In the silence of our inner universe, freedom begins to be felt again, to reestablish the connection to the power which in fact it is impossible to separate ourselves.

A Being who can not feel God in your heart, is still tied to external searches. Theoretical references of egoic prisoners, who do their best to prove their spiritual autonomy, without recognition of the Great Primordial Creative Energy. Such promoters of hopelessness argue that faith in the Creator, are responsible for bloody battles and divisions in his name, taking advantage of the vulnerability of doctrinal religious dogmas, on the other hand, in its concepts of separation between life and its source and consequent subservience, allow all forms of challenges of science and also with each other.

Such polarities are protagonists of fear and apocalyptic misinformation, on the one hand, attach great catastrophes as natural and as a way, punishment from on high, and on the other hand, are used the arguments to shortage, omitting and diverting all possible human perception that the collective fear and all the negative vibes coming from the same, are the true causes of the imbalances that appear on the surface, since it is by vibrational factors. In the end, the Beings who if deem imperfect creations, separated from their innate divinity, are so skeptics how much those who wish to find other explanations for the origin of life, or the three-dimensional imbalances.

No matter intellectual wars, ideological, theological on behalf of mistaken views about the divine precepts. Be the events unfold, as it has to be, in the experiments allowed by knowledge the weaknesses of a separate world, which is inseparable in truth, and the destruction of the idea of ​​repairing the irreparable. There is no fix from something illusory, but only as bring him back to reality.

It is important to understand in the search for freedom that God is no solution to anything, but it is the very nature Primordial of Love and original in every free heart for your design, whose evolution is continuous and smooth and is active in his eternity, even to false beliefs and your results, the sole and consummate reality: Unit.

Unicity, it is the true and absolute knowledge and also, Freedom. Regardless of how be named, science or dogmas of imprisoned skepticism and denial, is by the Source of origin that lives and is manifested by its vital, creative and fertile continuity, whose interior Christ, though were asleep, is the channel through which the Eternal Flame is manifested by evolutive allocation without trial of transient errors, but by reaching the individual and unified grace, after discernment of what is above the “tares and wheat” of the thoughts. Especially for keeping alive the Flame of Eternal Divine Love, not as resolution, but the recognition that each debugged experience is one of the ways of the Ascended Heart. The return home, the Divine Being refined.

Text written by Fred Cury

Livres por viver…

 

(Free to live – Original text in Portuguese language and transcription for English version)

Vivermos. Um propósito grandioso.

Todas as propostas subliminares que exploram nossa atenção. As coisas menores do mundo irreal que amedrontam e entristecem, agridem e enrijecem. O que fazem-nos esquecer da suavidade de nossas almas e do irradiar de nossos corações. Do que desejamos. Do que realmente somos. Do verdadeiro reino ao qual pertencemos. Do poder de nossas orações.

O que nos leva a chorar no presente, é o passado que sempre retorna. Um passado batendo amiúde à porta, não permite seguir adiante. E o desejado sorrir no agora, será sempre um futuro distante.

Não vivemos para olhar o que não queremos sentir. Não vivemos para morrer, mas para a plenitude de Ser e pelo Ser se expandir.

Não vivemos para adaptarmos quem somos a uma matriz de tendências. Ninguém que não nos vê, pode dizer quem somos. Somente nós nos enxergamos, sem as aparências. Escolhemos ao que vibramos, ao que elevamos, ao que viemos. É de nossas naturezas.

Nada pode transformar Seres Divinos, moldando seus destinos. Se somos seres, somos Divinos. Transformadores por origem e vem da luz nossos princípios.

Sejamos completos, não em partes. Somos vida criativa em unidade, continuidade. Ao bel prazer da falsa vantagem dos cegos, nunca haveremos de pertencer. Por sabermos bem ao fundo. Somos vida e somos tudo. Não por exigência. Mas por excelência; Vivemos.

por Fred Cury

Free to live … (English version)

Living. A great purpose.

All subliminal proposals that explore our attention. The smallest things of the unreal world that scare and sadden, attacking us, stiffen our feelings. What make us forget the sweetness of our souls and radiance of our hearts. Than we want. Than we really are. The true kingdom to which we belong. The power of our prayers.

Which brings us to cry at present is the past that always returns. A past often knocking on the door, does not allow to move forward. And the desired smile on now, will always be a distant future.

We do not live to look at what we do not want to feel. We not live to die, but to be fullness, and the Being in fullness expand.

We do not live for if adapting to an array of trend. No one who does not see us, can tell who we are. Only we, can see ourselves without appearances. We chose to what we vibrate, when we raise, for we came. It is our natures.

Nothing can transform Divine Beings, shaping their destinies. If we are beings, we are divine. Transformers by origin and comes from light the our principles.

Be whole, not in parts. The Being are creative life, in unity, continuity. At the whim of fake advantage of the blind, the Divine Being never will belong. Because we know well the background. We are living and we are all. Not by requirement. But par excellence; We are the life.

by Fred Cury

Eu Sou o que Eu Sou…

(I Am that I Am – Original text in Portuguese language, and transcription for English version)

Eu digo ao personagem que até então, conduziu o leme de minha aventura humana, que silencie agora nesta oração inflamada, pela chama do Amor Divino.

Assumo neste ato, a direção. O norteamento que conduzirá o que Eu Sou ao destino sem destino. Às conquistas sem batalhas. Às realizações sem sonhos e ambições. Às verdades sem buscas. À liberdade sem fronteiras. Ao Soberano Amor sem condições.

Neste momento, esqueço-me do que viria a ser o momento. Ao assumir Ser o que Eu Sou em plenitude, sem precisar marcar o tempo.

Pelo que se encerra do medo da morte, ao reingresso a eternidade consciente. Eu Sou o que Eu Sou.

Pelo perdão concedido e a compreensão resgatada às minhas idas e vindas ao mundo dos homens. Eu Sou o que Eu Sou.

Por desprender-me do entrelaçamento das malhas, de prazeres carcerários da ilusão, e aconchegar-me novamente no manto acolhedor da imaculada concepção. Eu Sou o que Eu Sou.

Por suportar as dores do efêmero que a crença no medo sustentava, até a redenção que só o respirar profundo do eterno ventila, e que por minha fé resguarda. Eu Sou o que Eu Sou.

Pelo discernimento de que toda palavra por mais que seja articulada, não tem o poder de alinhar a evolução além de meu manifesto, e pelo saber que a quietude do incondicional Amor purificado do coração, pode iluminar caminhos obscuros incertos. Eu Sou o que Eu Sou.

Pela compreensão de que quaisquer grandezas de meus atos, se não forem em intenções purificadas pela humildade e embasadas na unidade, serão apenas grandes ilusões perecíveis da irrealidade. Eu Sou o que Eu Sou.

Pelo entendimento percebido, ao despertar de um sonho de ser um corpo de imperfeição autônoma, relegado ao destino. Para a certeza confiante de Ser um manifesto da energia que move a vida, cuja vontade é minha verdade. O poder é minha virtude. O sonho é minha cocriação.  O evoluir é o meu legado e de minha vida, a razão. Eu Sou o que Eu Sou.

Pela Fonte que fez do Amor, o elo que nos une na eternidade em expansão, e de seu coração primordial, sua morada em meu coração.  Eu Sou o que Eu Sou.

Fred Cury

I Am that I Am … (English version)

I request to the character which I had hitherto, and led the rudder of my human adventure, the silence far this inflamed prayer for the flame of Divine Love.

I assume hereby direction. Leading what I am to destination without destination. The achievements without battles. The creations without dreams and ambitions. Truths without look for. The freedom without boundaries. The Sovereign Love without conditions.

At this time, I forget of what would be the moment. By assuming it is what I Am in fullness without mark of time.

By ending the fear of death, to rejoin the conscious eternity. I Am that I Am.

By the pardon and understanding rescued of my frequent trips to the human world. I Am that I Am.

By detaching me from the entanglement of the meshes of prison pleasures of illusion, and snuggle me again in the mantle of the Immaculate Conception. I Am that I Am.

By supporting the fleeting pains that belief in fear held until the redemption, that only the depths of eternal breathe safeguards by faith. I Am that I Am.

The insight that every word though it may be articulated, does not have the power to align the evolution beyond my manifesto, and by know that by the stillness of unconditional love, of purified heart, I can illuminate uncertain obscure ways. I Am that I Am.

By understanding that any quantities of my actions, if not in intent purified by humility and embased the unit, will be just great perishable illusions of unreality. I Am that I Am.

By the perceived understanding, upon awakening from a dream to be an autonomous body imperfect, relegated to the destination. However, the confident sure in be an manifest, of the energy that moves life, whose will is my truth. Power is my virtue. The dream is my co-creation. The evolution is my legacy and for my life, the reason. I Am that I Am.

By the Source, that made of the Love, the bond that unites us in eternity expanding, and its primary heart, his dwelling place in my heart. I Am that I Am.

Fred Cury

Permitir…

(Allow – Original text in Portuguese language and transcription for English version)

Pode-se viver intensamente. Sim, é possível. Sentir a Vida manifestar-se diante de tua percepção, segundo teu estado de graça. Enxergar-te como realidade criativa expansível.

Se percebes uma realidade desarmoniosa, não é de ti, então é somente uma realidade crua. Não a realidade de origem, desnuda das aspirações de um conjunto de conceitos inextensíveis, inexplicáveis, inverossímeis. A desarmonia não vai além das experiências que abrem portas ao discernimento.

Não precisas mais olhar para este nada reincidente. Projetado como algo para ganhar tua atenção permanente. Encerram-se as funções dos labirintos matriciais, a roubarem de ti a fé na vida, nos semelhantes, na luz, no amor, e na abundante energia vibrante.

Nada disso lhe foi tirado, está provado pelo que renasce fortalecido. Apresentado por manifesto de teu coração, que lhe convida a ver os sinais de tudo que já conheceis. Rejuvenescendo teus sonhos de criança.

Tua Fonte de Vida não se calou, ou ensurdeceu, ou vendou os olhos, diante do que percebestes tão realístico. Que te causaram dores, repulsas ou medo. A Fonte lhe convida a experimentares de novo, como seria veres sob sua ótica. Ouvires sob o seu discernimento. Proferires tuas palavras sob seu Verbo. Abraçares com os braços de sua incomensurável sabedoria.

Se permitires, podem refluir todas as dádivas esperançosas de teu coração, este templo que Deus nunca deixou de habitar em Luz contínua. Se permitires, poderás não mais te separares de quem és. Poderás quebrar a barragem construída pela ilusão de intenções divididas, e deixar jorrar o Amor expandido em ti, como um rio crescido da perfeita nascente da Vida.

Perceberás que te elevas, e ao invés de reescreveres uma história por sobre palavras suprimidas e apagadas, num velho pergaminho desgastado, escreverás tua nova criação sobre branca, cristalina e imaculada página da evolução.

Se permitires, inspirar-te-á a partir de tua sagrada liberdade readquirida. Viverás intensamente o novo a partir de tua ressurreição. Ao relembrares que a Fonte de toda Vida, ofereceu-lhe a escolha de apenas permitires.

E assim vivenciarás, tanto quanto entender claramente. No auge da plena felicidade exemplar que teu fluir compartilha. Verás em tudo, teu Deus a sorrir novamente.

Fred Cury 

Versão em Vídeo/Áudio editado e publicado por PALMA: https://youtu.be/8GykJZyrF50

Allow… (English Version)

One can live intensely. Yes, it is possible. Feel the Life manifest before your perception, according to your state of grace. See you as expandable creative reality.

If notices a disharmonious reality, is not you, then it’s only a harsh reality. Not the reality of origin, bare of the aspirations of a set of inextensible, unexplainable, improbable concepts. Disharmony does not go beyond the experiences that open doors to understanding.

You no longer look at this “nothing”. Designed as something to earn your continued attention. Are functions of matrix mazes, to steal from you faith in life, in the similar, in light, in the love, and in abundant vibrant energy.

None of this was taken away, it is proved by the your revival  now. Presented by manifest your heart that invites you to see the signs of what you already know. Rejuvenating your childhood dreams.

Your Life Source was not silent, or deafened, or blindfolded eyes, before you realized so realistic, what caused you pain, repulsion or fear. The Source invites you to experience again, how would view from their perspective. Listen in your discernment. Recite your words in his Word. Embrace with the arms of his immeasurable wisdom.

If you allow, can flow back the gifts of your heart, this temple that God has never ceased to live like continuous light. If you allow, you not need be separate of who you are. You can break the dam built by the illusion divided by intentions, and leave well expanded love in you as a grown river perfect, born of source of Life.

You’ll notice that elevates you, and instead of rewriting a story about words deleted, in an old and worn parchment, you write your new content, on a new white crystalline leaf.

If you allow, will if inspire from your sacred freedom regained. Intensely live the new from your resurrection. You will remember that the Source of all Life, offered him the choice you just allow.

And so, you will experience as much as understand clearly. In your full happiness, sharing to example in your flow. You will see in all around, your God to smile again.

Fred Cury

A partilha do Sol

freedonlife

A grande Consciência emerge do coração novamente…  A que liberou ao fluir, toda a existência presente…

Não se apresenta agora para apontar direções ou caminhos,… apenas irrigar de luz suas ramificações,… com os néctares da energia dos sentidos…

A Consciência primordial permitiu suas crianças saírem para brincar… Permitiu que caíssem,… esfolassem seus joelhos,… que chorassem assustadas,… que se sentissem perdidas… sozinhas,… que praticassem maldades,… mas que se alicerçassem na bondade no passo adiante, por aprenderem sabedoria na escola dos efeitos…

Seu Grande Espírito nunca esteve ausente,… mas vigilante,… permissivo,… paciente…

É a Energia do início e do meio, do Pai e Mãe, do sonho, da inspiração, da nova criação,… a Eterna Consciência… Nada além, diferente ou oponente de quem dela é manifesto…

Pois eis que concede Amor em partículas de reintegração, … de recordação da própria Liberdade em coletiva Ascensão…

Sua Luz tem muitas moradas… muitos templos condutores de Vida Plena, a experimentarem…

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Fluência…

freedonlife

Minha vida não é uma oportunidade, apenas fluência natural da verdade…

Também não há de ser a mim um privilégio, recordei –me sendo Eu a própria vida…

A vida não me foi concedida, foi emanada do coração da Fonte. … Cujo nome pode ser Deus, pode ser simplesmente Vida… E se Eu Sou da Fonte, de Deus, ou da Fonte de Vida de Deus… Porque não chamar de “Eu”? Porque não Ser o horizonte?

Se Eu tenho em mim o Amor como essência, Eu Sou fruto do Amor…

Se o Amor foi o átomo de um sonho Divino, e se Eu me reconheço no Amor assumido… Eu Sou a manifestação deste sonho, tanto quanto Eu Sou o destino…

Não há mais como, estando assim desperto e por tanto Amor que sinto, separar-me do que Eu Sou… Se eu posso amar a Deus, em comunhão comigo…

Minha inspiração advém da Criação, do mesmo…

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A Consciência Divina…

freedonlife

Aos poucos, tudo se torna claro. Novas situações inusitadas se apresentam. Novas percepções despontam. As preferencias se transformam, velhas mazelas cedem lugar a novas compreensões.

As passagens se repetiram por muito tempo. Recorrestes demasiadamente ao externo de tuas coerências. Esperastes muito por ancorar novas esperanças nos romances. Na aquisição de matéria ilusória sem alma. Na esperança de salvação por sacerdotes sem exemplos. Por falsas sabedorias sem humildade. Curadores oportunistas. Barbitúricos inebriantes.

Tantas as buscas e crenças, estas certezas reincidentes. Tantos recomeços intermináveis aquém do êxito.

Até que no aparente derradeiro cansaço das experiências mundanas, olhastes para os céus novamente, como se fosse última vez que voltaste os olhos às alturas, como se fosse o último clamor, aquela tentativa final de renovar esperanças. Eis que então, ouvistes aquela voz que vem de dentro. Aquela que povoa o pensamento com um sussurro tão intenso, que encobre o bradar birrento do ego outrora…

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O Silêncio…

freedonlife

É no silenciar que me abro ao manifesto…

É quando me torno ausente do ilusório, para ser presente ao mundo…

O que seria Eu, sem saber a quantas anda meu espaço tão repleto?

O que diria Eu, se ainda separar-me de meu centro mais profundo?

No momento em que me escuto… Nesta paz que me preenche novamente… Cerro a passagem interventora do externo…

Repouso agora a mente… Neste quarto perfeito, de energia amorosa, de ambiente sereno…

Repouso em meu coração, recebendo onda após onda.. Que me explora, renova e inova… Estimula, inspira e aflora…

A energia suprema… Uma emocionante conexão com as sensações de um infinito… Que me isenta de medi-lo… Para eu exaltá-lo indefinidamente… Sem destino…

É bom sentir-me novamente acolhido neste colo quântico… Com a emoção apaziguada,  ouvir; “Liberta-te… Onde fores Eu irei… Onde passares, passarei… Onde criares, criarei… A todos que amares, amarei… e sempre te amarei… Como sempre, sentirei teu…

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Evoluir…

(Evolve – Original text in Portuguese language, and transcription for English version)

Tudo me veio agora à superfície. O que antes esteve oculto, para que eu não percebesse. Mas influenciava pensamentos, sentimentos, ações, emoções, transgredindo o imaculado em desalentos…

Para que eu enxergasse o mundo com uma naturalidade cega. Para que eu ainda não reencontrasse o essencial por entre meras aparências. Onde haveria de fazer uma escolha entre o bem e o mal. Sem o entendimento de que se fundem num entrelaçamento aceitável à sobrevivência.

Ver equilíbrio no mundo, supondo serem polaridades permanentes, além do que se possa absorver em Sabedoria. Antes, sem perceber, que quaisquer das opções, omitia-me de mim mesmo a Mestria.

Eis porque em certo tempo, aceitava-me imperfeito. Conduzindo-me entre as nuances do bem meritório ao mal justificável…

Entendo-me melhor agora. Lançando mão do medo da não aceitação, para encontrar-me de volta no ilimitado coração…

Abdiquei do medo da perda. Seja da posse de algo fora do que eu poderia criar, pela dádiva de Ser intensamente. Seja pela possessiva necessidade de que alguém me amasse, esquecendo-me que o Amor do que Eu Sou conduziu-me Vivente.

Assim como outrora, a mente processou pensamentos separados do Amor, pareciam-me tão reais e convincentes, os propósitos sem sentido da ilusão. Esta que querendo manter-se dominante da mente, causou-me dor profunda, ao negar devolvê-la à maior expansão…

A Evolução apresentou-se assustadora, pois a mente teme o novo, mas a mente e o novo me pertencem. Minha mente pode processar o Divino, e minha volta ao que Eu Sou, o Destino.

O sentido evolutivo está diante de todos agora. Todos os sentidos do imperfeito experimentado, à cessão do espaço de retorno à perfeição do Princípio, vêm à superfície e não desejam deixar-nos. Esta persistente visão de realidade desconexa, causam dores atrozes ao serem arrancadas suas profundas raízes. É inevitável evoluir, não há como manter uma realidade complexa, quando é o desejo da Fonte de tudo, sermos Plenos e Felizes…

A Mãe Terra se renova. Ela reconhece seu poder em fazê-lo. Assim como reconheceu-se em meu coração renovando,  quando abri-me ao recebê-lo. Assim evoluímos; purificando, compreendendo, discernindo novamente. A Evolução é a origem, a viagem, a queda e o içar-se pela Luz inerente em retorno. E pela essência, criar do Amor o que se sente…

por Fred Cury

 

Edição de Vídeo / Áudio por PALMA – https://youtu.be/keiTLjdeqOQ

 

Evolve … (English version)

All came to the surface now. What once was hidden, so I would not notice. But was influence in my thoughts, feelings, actions, emotions, breaking the immaculate in discouragements …
For I see the world with a blind naturalness. For I cannot rediscover the essential through mere appearances. Where would you make a choice between good and evil. Without the understanding that merge in an acceptable survival entanglement. See a balance in the world, assuming they are permanent polarities, beyond what you can absorb in Wisdom. Before, without realizing that any of the options, omitted the Master from myself
This is why at one time, I accept me as being imperfect. Leading me between the nuances of merit from good to a evil justify.
I understand me better now. Making use of the absence of fear of rejection to accept me back in the immensity of the heart …
I can abdicate of the fear of loss. Be of the possession of something, out of what I could create, with the gift of Be intensely. Be the possessive need for someone to love me, if I can love what I am.
As well as before, the mind sued separate thoughts of love, seemed to me as real and convincing, the purposes of meaningless illusion. This than have to keep the attention of the mind, caused me deep pain, in deny return it the largest expansion …
The Evolution presented itself frightening, because the mind fears the new, but the mind and the new belong to me. My mind can process the Divine, and in my return to what I am, the destiny.
The evolutionary sense is before all, the now. All imperfect senses experienced, to the assignment of the return from space to the Divine perfection. This vision of a persistent disjointed reality, was come to the surface and do not wish to leave, causing excruciating pain by their deep roots. It is inevitable evolve, we can not keep a complex reality, when it comes from the Source of all, willing our lifes full and Happy …
Mother Earth is renewed. Because recognizes their power to do so. As I recognized in renewing by my heart when I opened myself to receive it. Thus is evolve; pure, in understanding and discerning again. Evolution is the origin, trip, the fall and hoist up to the return by the inherent Light , relearning how to create with the sense of inovation…

by Fred Cury