O mesmo coração de sempre…

 

Há um coração aqui, que sempre soube amar, e do que resulta o amor, almeja se fartar… Não esperava um par, apenas complemento… A relação comigo mesmo… Ser um portal de luz entrante… Inspirador a cada instante…

Reunir-se ao corpo no profundo respirar… Trazendo as vibrações do que outrora tinha sido… A visão da vida, no expansivo enxergar… Rompendo as barreiras do se ater ao iludido…

Este coração reencontrado, que o ego havia escondido, não esteve empoeirado pelo tempo… Em seu estado recruzo e contido, aguardou-me imaculado do imperfeito… Preparado a abrir-se em certa era da história, e vejam… A história já passou… Chegou o Agora…

O coração se abre agora manifesto a que veio… Unindo o antigo Ser, purificado ao novo tempo… O tempo recordado de energias expressivas… As primordiais do mais profundo sentimento…

As que transformam a vida em nova forma… Absorvendo de sutis inspirações… Que o Amor do universo, ao seu pedir retorna… Presenteando o mesmo Amor das intenções…

Introduzindo um mundo velho à nova idade… Trazendo da essência seu ponto de partida… Da Fonte do saber, o fluir da liberdade… E agora o coração é novamente a mente ativa…

Este coração, não advém de um sonhador inveterado… Mas de um Ser que reconhece o coração por seu valor… Do que o conduzirá por toda vida libertado… Não relegando a existência ao dissabor…

… do Livro: O Amanhecer da Consciência, de Fred Cury

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