Eu Sou o que Eu Sou…

(I Am that I Am – Original text in Portuguese language, and transcription for English version)

Eu digo ao personagem que até então, conduziu o leme de minha aventura humana, que silencie agora nesta oração inflamada, pela chama do Amor Divino.

Assumo neste ato, a direção. O norteamento que conduzirá o que Eu Sou ao destino sem destino. Às conquistas sem batalhas. Às realizações sem sonhos e ambições. Às verdades sem buscas. À liberdade sem fronteiras. Ao Soberano Amor sem condições.

Neste momento, esqueço-me do que viria a ser o momento. Ao assumir Ser o que Eu Sou em plenitude, sem precisar marcar o tempo.

Pelo que se encerra do medo da morte, ao reingresso a eternidade consciente. Eu Sou o que Eu Sou.

Pelo perdão concedido e a compreensão resgatada às minhas idas e vindas ao mundo dos homens. Eu Sou o que Eu Sou.

Por desprender-me do entrelaçamento das malhas, de prazeres carcerários da ilusão, e aconchegar-me novamente no manto acolhedor da imaculada concepção. Eu Sou o que Eu Sou.

Por suportar as dores do efêmero que a crença no medo sustentava, até a redenção que só o respirar profundo do eterno ventila, e que por minha fé resguarda. Eu Sou o que Eu Sou.

Pelo discernimento de que toda palavra por mais que seja articulada, não tem o poder de alinhar a evolução além de meu manifesto, e pelo saber que a quietude do incondicional Amor purificado do coração, pode iluminar caminhos obscuros incertos. Eu Sou o que Eu Sou.

Pela compreensão de que quaisquer grandezas de meus atos, se não forem em intenções purificadas pela humildade e embasadas na unidade, serão apenas grandes ilusões perecíveis da irrealidade. Eu Sou o que Eu Sou.

Pelo entendimento percebido, ao despertar de um sonho de ser um corpo de imperfeição autônoma, relegado ao destino. Para a certeza confiante de Ser um manifesto da energia que move a vida, cuja vontade é minha verdade. O poder é minha virtude. O sonho é minha cocriação.  O evoluir é o meu legado e de minha vida, a razão. Eu Sou o que Eu Sou.

Pela Fonte que fez do Amor, o elo que nos une na eternidade em expansão, e de seu coração primordial, sua morada em meu coração.  Eu Sou o que Eu Sou.

Fred Cury

I Am that I Am … (English version)

I request to the character which I had hitherto, and led the rudder of my human adventure, the silence far this inflamed prayer for the flame of Divine Love.

I assume hereby direction. Leading what I am to destination without destination. The achievements without battles. The creations without dreams and ambitions. Truths without look for. The freedom without boundaries. The Sovereign Love without conditions.

At this time, I forget of what would be the moment. By assuming it is what I Am in fullness without mark of time.

By ending the fear of death, to rejoin the conscious eternity. I Am that I Am.

By the pardon and understanding rescued of my frequent trips to the human world. I Am that I Am.

By detaching me from the entanglement of the meshes of prison pleasures of illusion, and snuggle me again in the mantle of the Immaculate Conception. I Am that I Am.

By supporting the fleeting pains that belief in fear held until the redemption, that only the depths of eternal breathe safeguards by faith. I Am that I Am.

The insight that every word though it may be articulated, does not have the power to align the evolution beyond my manifesto, and by know that by the stillness of unconditional love, of purified heart, I can illuminate uncertain obscure ways. I Am that I Am.

By understanding that any quantities of my actions, if not in intent purified by humility and embased the unit, will be just great perishable illusions of unreality. I Am that I Am.

By the perceived understanding, upon awakening from a dream to be an autonomous body imperfect, relegated to the destination. However, the confident sure in be an manifest, of the energy that moves life, whose will is my truth. Power is my virtue. The dream is my co-creation. The evolution is my legacy and for my life, the reason. I Am that I Am.

By the Source, that made of the Love, the bond that unites us in eternity expanding, and its primary heart, his dwelling place in my heart. I Am that I Am.

Fred Cury

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