Livres por viver…

 

(Free to live – Original text in Portuguese language and transcription for English version)

Vivermos. Um propósito grandioso.

Todas as propostas subliminares que exploram nossa atenção. As coisas menores do mundo irreal que amedrontam e entristecem, agridem e enrijecem. O que fazem-nos esquecer da suavidade de nossas almas e do irradiar de nossos corações. Do que desejamos. Do que realmente somos. Do verdadeiro reino ao qual pertencemos. Do poder de nossas orações.

O que nos leva a chorar no presente, é o passado que sempre retorna. Um passado batendo amiúde à porta, não permite seguir adiante. E o desejado sorrir no agora, será sempre um futuro distante.

Não vivemos para olhar o que não queremos sentir. Não vivemos para morrer, mas para a plenitude de Ser e pelo Ser se expandir.

Não vivemos para adaptarmos quem somos a uma matriz de tendências. Ninguém que não nos vê, pode dizer quem somos. Somente nós nos enxergamos, sem as aparências. Escolhemos ao que vibramos, ao que elevamos, ao que viemos. É de nossas naturezas.

Nada pode transformar Seres Divinos, moldando seus destinos. Se somos seres, somos Divinos. Transformadores por origem e vem da luz nossos princípios.

Sejamos completos, não em partes. Somos vida criativa em unidade, continuidade. Ao bel prazer da falsa vantagem dos cegos, nunca haveremos de pertencer. Por sabermos bem ao fundo. Somos vida e somos tudo. Não por exigência. Mas por excelência; Vivemos.

por Fred Cury

Free to live … (English version)

Living. A great purpose.

All subliminal proposals that explore our attention. The smallest things of the unreal world that scare and sadden, attacking us, stiffen our feelings. What make us forget the sweetness of our souls and radiance of our hearts. Than we want. Than we really are. The true kingdom to which we belong. The power of our prayers.

Which brings us to cry at present is the past that always returns. A past often knocking on the door, does not allow to move forward. And the desired smile on now, will always be a distant future.

We do not live to look at what we do not want to feel. We not live to die, but to be fullness, and the Being in fullness expand.

We do not live for if adapting to an array of trend. No one who does not see us, can tell who we are. Only we, can see ourselves without appearances. We chose to what we vibrate, when we raise, for we came. It is our natures.

Nothing can transform Divine Beings, shaping their destinies. If we are beings, we are divine. Transformers by origin and comes from light the our principles.

Be whole, not in parts. The Being are creative life, in unity, continuity. At the whim of fake advantage of the blind, the Divine Being never will belong. Because we know well the background. We are living and we are all. Not by requirement. But par excellence; We are the life.

by Fred Cury

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