O Manifesto da Liberdade…

A Liberdade não se conquista, se manifesta. Liberdade é inerente à Vida. Não há de se libertar o que é a própria Liberdade. Se não sentimo-nos livres, é por estarmos apegados a algo que o ego sugere como importante e indispensável.

Ao voltarmo-nos para o centro no coração, silenciando nosso personagem social e todas as suas percepções e entendimentos do que seja vida, permanecendo apenas com o nosso Ser Essencial, constatamos de que nada precisamos do mundo externo das ilusões e do temporal findável. Da mesma forma em que, à medida de tudo o que se apresente futilmente, aparente lhe acrescentar como algo relevante, é tomado de volta sob a forma de obtenção de nossas frustrações, as que também estimulam o medo da perda, afastando-nos do viver pleno, obscurecendo todo senso de liberdade.

Todos nos bastamos, pois somos tudo o que precisamos para preenchermo-nos e criarmos o que desejamos para nós mesmos. No silêncio de nosso universo interior, a liberdade começa a ser sentida novamente, ao restabelecermos a conexão com a energia da qual em verdade, é impossível separarmo-nos.

Um Ser que não consegue sentir Deus em seu coração, ainda está atrelado às buscas exteriores. Referências teóricas de prisioneiros egoicos, que fazem o possível para provar sua autonomia espiritual, sem o reconhecimento da Grande Energia Criadora Primordial. Tais promotores da desesperança argumentam, que a fé no Criador alavancou batalhas sangrentas e divisões em seu nome, aproveitando-se da vulnerabilidade dos dogmas religiosos doutrinários, que por outro lado, em seus conceitos de separação entre toda vida e sua Fonte e consequentes subserviências, permitem toda forma de contestações da ciência e também entre si.

Tais polaridades são protagonistas do medo e desinformações apocalípticas, que por um lado, atribuem grandes catástrofes como naturais e como de certa maneira, castigos das alturas, e por outro lado, utilizam-se de argumentos de escassez, omitindo e desviando toda possível percepção humana, de que o medo coletivo e todas as vibrações negativas oriundas do mesmo, são as verdadeiras causas dos desequilíbrios que se apresentam na superfície, posto que tudo se dá por fatores vibracionais. Ao final, os Seres que se julgam imperfeitas criações, separadas de suas divindades inatas, são tão céticos quanto os que desejam encontrar outras explicações para a origem da vida, ou para os desequilíbrios tridimensionais.

Não importam as guerras intelectuais, ideológicas ou teológicas, travadas em nome de visões equivocadas acerca dos preceitos divinos. Eventos se desenrolam como tem de ser, nas experiências permitidas pelo conhecer das fragilidades de um mundo separado do que é inseparável, e pela inutilização da ideia de reparar o irreparável. Não há como corrigir algo ilusório, mas apenas trazê-lo de volta à realidade.

É importante compreendermos nas buscas pela liberdade, que Deus não é solução para nada, mas é a própria natureza do Amor Primordial e Original em cada coração livre por sua concepção, cuja evolução é contínua e harmoniosa e é atuante por sua eternidade, até nas falsas crenças e do que delas se mostram resultantes, como única e consumada verdade: a Unidade.

O Um, é o verdadeiro e absoluto conhecimento e também a própria Liberdade. Independente de como se nomeie, pela ciência ou dogmas dos aprisionados do ceticismo e da negação, há uma Fonte de origem que habita e manifesta-se por suas continuidades vitais e criativas, férteis e transformadoras, cujo Cristo interior, ainda que esteja adormecido, é o canal pelo qual a Chama Eterna se manifesta evolutiva por atribuição, sem julgamento dos erros do efêmero, mas por alcance da graça individual e unificada, após o discernimento do que há acima do “joio e do trigo” dos pensamentos. Sobretudo, por manterem acesa a Chama do Amor Divino Eterno, não como resolução, mas pelo reconhecimento, de que cada experiência depurada é um dos caminhos que conduzem ao Coração Ascensionado. O retorno ao lar, do Ser Divino aprimorado.

Texto escrito por Fred Cury

Versão em Áudio/Vídeo editado por PALMA: https://youtu.be/IrPb5JqqGo8

The manifest of freedom … (English version)

Freedom not if conquest, is manifested. Freedom is inherent in life. No to free what is the very freedom. If we do not feel ourselves free, it is because we are attached to something the ego suggests how important and indispensable.

When to turn to the center in the heart, silencing our personal social character and all its perceptions and understandings of what is life, leaving only our Essential Being, we find that nothing is necessary of the external world of illusions and of time. The same way that, as everything that is presented futilely, apparent as something relevant, is taken back in the form of getting our frustration, which also stimulate the fear of loss, moving us from living full, obscuring all sense of freedom.

We all are suffice to us, for we have all to fill our empty, with innate creativity. In the silence of our inner universe, freedom begins to be felt again, to reestablish the connection to the power which in fact it is impossible to separate ourselves.

A Being who can not feel God in your heart, is still tied to external searches. Theoretical references of egoic prisoners, who do their best to prove their spiritual autonomy, without recognition of the Great Primordial Creative Energy. Such promoters of hopelessness argue that faith in the Creator, are responsible for bloody battles and divisions in his name, taking advantage of the vulnerability of doctrinal religious dogmas, on the other hand, in its concepts of separation between life and its source and consequent subservience, allow all forms of challenges of science and also with each other.

Such polarities are protagonists of fear and apocalyptic misinformation, on the one hand, attach great catastrophes as natural and as a way, punishment from on high, and on the other hand, are used the arguments to shortage, omitting and diverting all possible human perception that the collective fear and all the negative vibes coming from the same, are the true causes of the imbalances that appear on the surface, since it is by vibrational factors. In the end, the Beings who if deem imperfect creations, separated from their innate divinity, are so skeptics how much those who wish to find other explanations for the origin of life, or the three-dimensional imbalances.

No matter intellectual wars, ideological, theological on behalf of mistaken views about the divine precepts. Be the events unfold, as it has to be, in the experiments allowed by knowledge the weaknesses of a separate world, which is inseparable in truth, and the destruction of the idea of ​​repairing the irreparable. There is no fix from something illusory, but only as bring him back to reality.

It is important to understand in the search for freedom that God is no solution to anything, but it is the very nature Primordial of Love and original in every free heart for your design, whose evolution is continuous and smooth and is active in his eternity, even to false beliefs and your results, the sole and consummate reality: Unit.

Unicity, it is the true and absolute knowledge and also, Freedom. Regardless of how be named, science or dogmas of imprisoned skepticism and denial, is by the Source of origin that lives and is manifested by its vital, creative and fertile continuity, whose interior Christ, though were asleep, is the channel through which the Eternal Flame is manifested by evolutive allocation without trial of transient errors, but by reaching the individual and unified grace, after discernment of what is above the “tares and wheat” of the thoughts. Especially for keeping alive the Flame of Eternal Divine Love, not as resolution, but the recognition that each debugged experience is one of the ways of the Ascended Heart. The return home, the Divine Being refined.

Text written by Fred Cury

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