O Julgo…

(The judge – Original text in Portuguese, and English version)

Minha observação não mais enxerga defeitos latentes. Consegue apenas ver virtudes. Encontrando-as pelo foco, em suas raízes aparentes.

Ao enxergar-te imperfeição, estarei em buscas por fragilidades em ti, tanto quanto julgar-te. Ao mesmo tempo competindo, quando sei que não há porque fazê-lo, contra outros aspectos de mim mesmo. Não há o que se ganhar ou perder, quando nas singulares expressões temos os mesmos desígnios, e a evolução como princípio.

Se carregas no semblante, os efeitos do que escraviza e auto flagela tua existência, não é a visão que irei enfatizar. Porque sei. Não és a mutação do que é perfeito para a deformidade, ou da luz para a obscuridade. És a perfeição imutável de passagem cega e corajosa, pelos túneis escuros da ignorância, que precisa apenas reencontrar-se à própria luz em importância. Então, ajudar-te-ei, se assim me for cabido. Tanto quanto fui auxiliado, ao procurar minha luz em meio à escuridão.

Se eu enxergo-te como a um Ser avariado, vejo-me como tal. Se eu avaliar-te, terei a mim também julgado. Mas, se eu conseguir enxergar-te o coração, é por encontrar-me no próprio coração. Se eu considerar-te a Divindade manifesta, é por discernir de minha Divindade, que és essencial do que sou parte. Do Amor, a razão. Da Fonte, a unidade. Do elevar a missão.

Liberto-me do que não mais me serve para prosseguir. Dos grilhões que me prendem na mesma roda que persiste em iludir. Não importam mais as minhas dores. Devolverei a ti em gentilezas. Não importam mais humilhações. Devolverei a ti em atenção. Não importam mais as perdas. Devolverei a ti ofertando-lhe meu último recurso. Não importa mais o futuro. Despertarei em ti um sorriso agora, ao dizer-te;

“Ei, Alma de Luz! Você existe! Eu te reconheço!”…

Viestes de onde venho, e te reencontro agora desgarrada do reino da liberdade, neste ímpeto de libertação. Dê-me tua mão se ressoares. Volte comigo se assim o desejares. Se ainda não crês, esperarei paciente a tua volta, como fui aguardado. Compartilho a ti a escolha que tive. Da visão da beleza que pude enxergar.

Posso agora falar-te do coração, por partilhar desta visão.

Se te critiquei, peço-te perdão, pois em ti projetei uma imperceptível rejeição. Pelo que a mim não pertencia, mas ao pensamento invadia.

Renovado no que o coração pedia. Com o saber purificado de julgar-te do que em mim não permitia, preservarei tuas virtudes.

Projeto agora a ressonância de enxergar-te, por um saber até então adormecido, de minha mais pura verdade.

Aliviado ao permitir a remoção de um grande peso, livrei-me do julgo de mim mesmo, dando a ti a liberdade.

Pois se outrora, te alimentei de inseguranças, no risco de apagar-te a chama do destino.

Hoje te reconheço pela luz, reacendendo de mim mesmo o perceber, do quão de nós se faz Divino.

escrito por Fred Cury

Versão Áudio/Vídeo no YouTube, declamado pelo autor: https://youtu.be/onU3EUCWbLo

The judge (English version)

I do not look for your shortcomings when you are so dormant … I prefer scour to find your virtues, … recognize you in apparent roots …

When you see imperfection, is a search for weaknesses in others, both as judge as competing at the same time, by what not worth competing …

There is nothing to be gained or lost, when the singular expressions have the same aims, … the rise, … the glory as destination …

If I see in the your countenance, effects of which enslaves and self plagues your existence, is not the view that I wish enjoy … because I know, … you’re not the mutation of the which is perfect for the deformity … or of light for dark, … you are the unchanging perfection of blind and courageous passage through the darkness of illusion, you need only to find itself in the very light expanding …

So, I can help thee … as much as I was aided by looking at the light beyond the darkness …

If I look to a Being in imperfection, I see myself as such I believe being, If I evaluate you, I judge myself. … but if I can see you the heart, it is because I found myself in the very heart …

If I consider you as a manifest of the Divinity, it is because I did the discovery of my Divinity, as part of who you is part … Love as reason …of the Source, uniqueness … one being of the evolution, the mission …

I freed myself from that no longer serves me to continue … the chains of the same wheel that persists in deceiving …

No matter more my pain … I will repay you in generosity …

No matter more humiliation … I will repay you in elevation …

No matter more losses … I will offering to you my last resource …

It does not matter the future … but I will awaken in you a smile now … by tell to you …

“Hey … Soul of Light! You exist! I can recognize you!

… You have come from where I come from, and now I find you away from the Kingdom of the freedom, with the impetus of liberation,… you can give me your hand, … come back with me if you so wish, … if you not accept now, I will wait patient your return, as light waited for me…

I can share to you the my choice …the vision of beauty that I could see …

I can now tell you from the heart, to share this vision…

If I criticized you, I ask your forgiveness, because in you, I projected a  rejection … for what did not belong to me … but the thought invaded …

Renovated by desire of the heart,… with knowledge purified of judgement, I come preserve your virtues …

Now, I project the resonance of seeing you for a knowledge hitherto asleep, my purest truth …

Relieved in allow removal of a large weight, I got rid of the yoke of myself, giving you the freedom …

For if once, I fed your insecurities, with the risk of erasing you the flame of destination …

Today, I recognize you the light, reviving me to even realizing it, the how of us is Divine …

written by Fred Cury

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