A Unidade se espelha em várias faces, mas evolui do Um…

(The Unit is reflected in many faces, but evolves from One Original text in Portuguese language, and transcription for English version).

Há uma grande diferença entre indicar os caminhos do próprio coração a outrem, e aponta-los por meio de fórmulas fabricadas, que apenas afastam ainda mais a mente, do silêncio necessário ao auto reconhecimento. Compartilhando algo assimilado teoricamente, lido num livro, visto em alguma mensagem por outros meios de difusão, ou palestras de proponentes a oferecer-nos, regras predefinidas às singularidades de cada um, entende-se como se uma experiência, definisse o resultado de outra experiência evolutiva da Alma.

A autêntica prática para indicar caminhos ao coração, nada estipula, do contrário, estaria direcionando a mente em reincidência do que nesta, já obstrui com suas programações matriciais egóicas, o retorno a quem o Ser realmente “É”, em sua verdade e essência. Quando sugestões exteriores são seguidas, em sequência são compartilhadas, mas nunca, a partir do coração de quem as compartilha, apenas é repassada como as soluções dos problemas de outros, dando a falsa impressão de que, a pessoa ou personagem esteja auxiliando ou contribuindo de alguma maneira ao todo.

A história escrita em um mundo confinado nada acrescenta, além de oferecer soluções para questões terrenas antigas, para as quais, como o percebido ainda hoje, não há soluções, pois, para que se possa atingir a Consciência em sua plenitude, é preciso reintegrar-se ao espírito, na total liberação do aprendizado externo, e isso, só é consumado quando se chega ao próprio coração. Dentre diversos Mestres Reais de Si mesmos, dos quais já passaram por este plano tridimensional em Amor Incondicional, Jesus e/ou Sidarta Gautama não estabeleciam nenhuma regra, ofereciam receitas de fórmulas mirabolantes, ou cobravam por seus serviços à Luz. Eles nada planejavam, mas permitiam-se a manifestação do Espírito Divino, apontando por meio de seus exemplos e palavras objetivas, a única Realidade Eterna aos seres humanos da Terra, a partir do próprio reencontro do homem com a Fonte, pelo coração.

Jesus e Sidarta sabiam, por suas próprias Consciências de Unidade, que os seres humanos dedicados as suas crenças arraigadas, dogmas e leis, rompiam, bem como rompem, o equilíbrio da Unidade, por terem adormecido como ramos frágeis, da Árvore Universal da Criação, e que seus indicativos teriam sido nulos, se não partilhassem da energia gerada apenas na intenção qualificada…

Todos os caminhos nos conduzem ao interno, o qual não é um quarto escuro de refúgio, enigmático ou improvável… O caminho para o alto não é um voo, mas um retorno para dentro, o portal do ilimitado elevado à potência da Criação Infinita…

Aqui, nesta experiência transitória de irrealidade, não sou mais um pretenso dono de conceitos, que só satisfazem o controle da ilusão do mundo, nem vos imponho o que deveis fazer, mas compartilho em unidade o discernimento. Nada peço de valor mundano por partilhar a Liberdade, pois estaria negando-a ao não reconhecê-la em meu âmago, ainda aprisionada na escravidão da matéria efêmera, tanto quanto, poderia condicionar aquele que só É, incondicionalmente; “O Amor”, o qual apenas origina-se do Criador que flui do Coração…

Muito pareceu-me ter sido tirado, todavia, fui orientado por meu Eu Divino, para que eu entendesse que nada tive, apenas senti que tive, para superar o desafio de viver ilusões, até constatá-las como não vida em plenitude. Essa é a verdadeira morte, morrer pelo discernir entre um personagem que nunca esteve vivo, e o Ser a dar sustentação a experiência de não ser.

Nada devo fazer para agradar a Fonte, além do reconhecer-me Divino e ao fazê-lo, resgato a alegria, liberdade e empoderamento inerentes, por saber-me ilimitado e eterno, para além dos limites de almejar algo, nesta redoma ilusória que experienciamos. Aceitando-me e permitindo-me, honro a Fonte suprema, e toda Graça concedida, será a Graça que concedo…

Quando retornáreis às ressonâncias de vossos corações, para quem ainda não o fez, compreendereis vossas verdades unas e puras da essência que sois…

por Alfredo Henri Cury (Fred Cury)

The Unit is reflected in many faces, but evolves from One (English version)

There is a difference between pointing out the ways of their hearts to others, and points them through manufactured formulas, for distancing the mind of silence necessary for self recognition. Sharing something assimilated in theory, on a book, seen in a message by other means of broadcasting or lecture proponents to offer us, predefined rules to the singularities of each, understood as an experience, to have the power to define the result of another experiment evolutionary of every Soul.
The authentic practice to indicate paths to the heart, nothing stipulates, otherwise would be directing the mind, in recurrence of blocking in his ego matrix settings, preventing the return of Being who really “is” in its truth and essence. When exterior cues are followed in sequence are shared, but never from the heart, but shares passed as the solutions of the problems of others, giving the false impression that the person or character is helping or contributing somehow in all.
The story written in a confined world adds nothing, offering solutions to old earthly matters, which according to the perceived today, there are no solutions, or whatever so one can reach the consciousness in its entirety, because you need to reintegrate the spirit, the full liberalization of the external learning, and it is only possible when it comes to the heart. Among real Masters, of which Have Been through this three-dimensional plane in Unconditional Love, Jesus and Gautama Siddhartha did not establish any rule, or recipes for fancy formulas, or stipulated values for Their services to the Light. They not planning nothing, but allowed themselves the manifestation of the Divine Spirit, pointing through Their examples and objective words, the only Reality Eternal to the Human Beings on earth, from man’s own reunion with the Source at heart.
Jesus and Siddhartha knew from their Unit by own consciousnesses, that humans if dedicated to their core beliefs, dogmas and laws, and broke and break the balance of the unit because they have fallen asleep, as fragile branches of Universal Creation Tree, and knew that their indicative would have been zero, if not share the frequency generated in the only qualified intention …
All paths lead us to the inner, which is not a  retreat in dark room, enigmatic or unlikely … The path to the top is not a flight, but a return into the portal to unlimited high power and Infinite of Creation …
Here, in this transitory experience of unreality, I am no longer an alleged owner of concepts, which only satisfy the control of the world of illusion, or lay you what to do but share discernment about the unit. I ask nothing of earthly value per share the freedom, as would be denying it to not recognize it in my heart, if still trapped in the bondage of ephemeral matter as much, could condition that only is unconditionally; “Love,” which only comes from the Creator that flows from the heart …
Much has been taken away from me, but, guided by my own divine self, I understood that I had nothing, just felt I had to overcome the challenge of illusions superimposed to life, even finds them as not living fully. This is the true death, dying to the world from discern between a character that was never alive and Being, to sustain the experience of not being.

Nothing, I need do to please the Source, but, beyond, recognizing me Divine and in doing so, redeem the joy, freedom and empowerment inherent to know me unlimited and eternal, beyond the limits of desire of something, in this illusory bubble of our experiences . Accepting me and allowing me, I will honor the supreme Source, and all grace granted for me, is the Grace that I can grant …
When you return to the resonances of you heart, for those who have not done so, you will understand your pure truths of the essence, that you are …

written by Fred Cury

 

 

 

 

 

Mensagem de Mestre Hilarion, 17 e 22 de Julho de 2016

Mestre Hilarion – Canalização de 17 e 22 de Julho de 2016, por Kátia De Souza (https://www.facebook.com/Lunaalone?fref=ts)
Fonte: Comunidade Céu e Raiz (https://www.facebook.com/ceueraiz/?fref=ts) .
Revisado por Freed On Life
 
Amados,
 
Que a luz desse momento, emanada por vosso planeta e espalhada sobre o mesmo, possa chegar a cada um de vocês em verdade e sentida como tal, em cada coração. Muita luz a todos!
 
A vida é imensuravelmente linda, amados! A vida quando sentida em suas nítidas manifestações, onde a simplicidade faz morada, onde as razões não encontram palavras, as necessidades de explicações são nulas, ou onde nasce o riso fácil e sem justificativas, é onde devem ou deveriam permanecer. É onde deveriam focar vossas atenções e estarem em coração. Derramarem-se com toda a confiança e se deixarem levar pela fluidez, beleza e leveza do momento. Sendo assim, provarão da mais nítida manifestação da vida e do Amor que podem exercer, doando e recebendo, isso é Amor. Essa é a condição límpida de Amor real, onde mora a espontaneidade, amados. Onde podem ser puros, sem medo do que o externo irá conceder em troca ou reagir, sejam esse amor!
 
Todos podem ou poderiam conduzir essa luz, que nesse lugar, em si mesmos, encontram, sem esforço ou condições, apenas “É” em si mesmos. Poderiam e podem iluminar outros aspectos de vossas vidas, com essa energia plena.
 
Quantos nesse momento rogam e pedem por Paz e Felicidade? E quanto já não vos foi dito sobre isso, mas muitos ainda se apegam as condições do “velho homem”, persistindo na crença de que “não pode ser tão fácil assim”. E eu vos pergunto: Por que tem que ser difícil?
 
Busquem responder esta pergunta e encontrarão velhas crenças arraigadas, enraizadas em vossas almas a vos ditarem os passos.
 
Amados, não vos perturbeis mais com as racionalidades, com as perquisições de vossas mentes que interrogam, já com as respostas prontas, para se alimentarem apenas. Sintam e diante do sentir, vislumbrem às vossas verdadeiras faces, onde ancorarão vossas energias. A morada da verdade é dita no silêncio de vossas almas e não haverá uma só explicação, que alcance uma Verdade que seja única para todos, visando aqui, a multiplicidade de experiências e vivências, nas individualidades que são nesse planeta. Cada qual possui suas condições de acolhimento, compreensão e apreensão do que são. Cada qual de vocês possuem seus trajetos e sendo assim, não há explicação única, mas energias, encontrando-se em sintonia com aquela condição, que busca a Verdade e diante de tal frequência, tudo se esclarece, através da via do coração, do sentir e a manifestação concreta se faz.
 
Nada que é feito por vós, fica sem resposta ou deixa de ser manifestação do Amor que são, mesmo que estas ações, não lhe sejam compreensíveis como sendo manifestações amorosas, mas Assim É. Toda ação é energia em movimento, promovendo impacto nessa “realidade”, a qual vocês se sujeitam e, sendo assim, a reação é inevitável e a resposta que vos chega, chega nessas reações, vos assinalando o quantum de energia despejado em luz ou em sombra, e assim, vão despertando para o Amor que palpita, Vivo e Imenso, em cada um de vocês. Confiem!
 
Se diante de vocês encontram angústias, vasculhem vossas dúvidas, incredulidades e desconfianças. Se vocês vislumbram a dor, vasculhem vossas crenças adquiridas ao longo de vossas experiências e saibam que são eternos e carregam em si, experiências de eras. Vasculhem as condições de apegos e egocentrismos, gritando por vossa atenção. Se encontrarem raiva e hostilidade, em suas ações ou pensamentos, vejam as condições de fragilidades que pensam existirem. Vasculhem vosso poder, por uma força imaginária, manifestada pelo orgulho e vaidade, que lhes impõe esse mundo irreal e não vive ou “É” em vós internamente.
 
Percebam amados, que para cada emoção e cada sentimento, sempre haverá uma justificativa, uma resposta muito bem formulada pela mente. Somente quando vocês se esvaziam dessas justificativas, não lhes dando atenção, as emoções ou sentimentos sem razão, surgem ou se apresentam. Acolham essas emoções, sem se preocuparem com os “porquês”. Acolham como acolheriam uma criança com medo, chorando, sem darem ouvidos as suas tentativas de manipulação, pois assim algumas crianças o fazem, para serem atendidas em suas necessidades. Esse é o caminho para vosso coração, para o vosso silêncio sábio, para a vossa alma em luz, onde não há palavra, onde a Paz e a Felicidade fazem morada, pois, se vos permitem Ser o que São em realidade, permitem-se ser a Luz Divina em manifestação, onde não há necessidades, mas apenas “São” e por assim permitirem-se, diluem todas e quaisquer manifestações que não sejam Luz.
 
Até o momento, estiveram escondidos de vocês mesmos recobertos por camadas e camadas de nuvens onde, as palavras da mente eram as cortinas que vos vedavam os olhos da alma. Ancoraram-se em paragens externas apenas e não se permitiam ao sorriso real e autêntico de vossas almas, a naturalidade e simplicidade da Manifestação Divina. Hoje, as cortinas se levantam e toda nuvem vem abrindo clareiras, para que a Luz adentre em profusão de Amor e nada que está fora, possui mais o mesmo valor que possuía. Não esperam mais do externo, como antes esperaram. As exterioridades hoje possuem outro significado e vocês, se interrogam mais. Questionam se de fato o que estão assistindo externamente é real ou, o que de fato está por detrás daquela manifestação externa. Já não são tão passivos como antes. Mudaram, são diferentes, estão diferentes. Vocês estão assumindo quem realmente “São”. Toda força e poder se encontram em vocês mesmos. Vocês são a força e o poder que desejam ver manifestados em vossas vidas. Confiem e atuem diante do que realmente São.
 
Soltem-se, libertem-se no Amor que vivem agora e poderão assim, senti-lo manifestado em cada gesto e toda a verdade se mostrará aos vossos olhos, a partir do instante em que a essa Verdade se entregarem. Vocês São Luz, São Amor e recebem constante e continuamente, os sopros dessa verdade, lhes ditando os caminhos e sussurrando as ações. Doem e recebam, confiando sempre!
 
Muita Luz e Paz a todos os corações, eu Sou Hilarion. Aos vossos e Em vossos Corações!
 
Hilarion

Em nome do Amor…

Em nome do Amor e da Paz, me abro ao que vier, em fé e confiança. A liberdade se apresenta a cada passo, em sutilezas e nuances. Alguns sinais, percepções, em meio aos ventos da mudança. As expressões de um coração a expandir-se como antes.

As visões angustiadas desvelam-se, ao que lhes ofuscam na clareza. Os pensamentos temerosos curvam-se ante a lucidez. O corpo alinha-se às dores entre o martírio e a pureza. Na certeza de que a vida é da Fonte que se fez.

Reunificado Eu seja ao corpo Divino. Que Eu reviva as sensações reais da essência. A essência do Todo, porque o Todo é o destino e o destino é pelo Todo, que se move à existência.

O mundo que se via cegamente muda a face. Trazendo o sentido verdadeiro ao sem sentido. Renascendo do equívoco para ser realidade. Resgatando um poder que se julgava estar perdido.

As Luzes da transformação surgem envolventes, revigorantes. Ocupando cada fresta, permeando cada espaço. Trazendo as boas novas das verdades triunfantes. Tornando abundante o que outrora foi escasso.

Um anjo se apresenta em sua forma definida, realinhando-me à imagem da beleza além do escuro. No altruísmo invisível, energias concedidas. Incentivando o recordar de um conhecer além do estudo.

Despeço-me do antigo ressentimento, abrindo-me ao novo sentimento. Os sonhos desfeitos de ontem, não são mais do “Eu Agora”, que não sonha mais, realiza embora.

Dissolvendo más questões, retomando as direções, aproximando o meu momento do que já me definia, existente e manifesto, renovado Eu percebo, ao meu viver Retorna…

escrito por Alfredo Henri Cury (Fred Cury)

Facebook Page: Freed On Life

Produção de vídeo/áudio e tema musical por Reynaldo Moysés Jr. : https://www.youtube.com/watch?v=rColA0pTmbI

O Lar Infinito do Ser…

Como muitos, já hospedei o Deus de Amor adormecido no sótão empoeirado, como um livro que já havia lido várias vezes, sem conseguir assimilá-lo. Já aloquei a essência de toda a vida no quintal ao relento, mesmo aquecido no calor de seu imensurável acolhimento. Às vezes, cheguei mesmo a guardar esta Fonte Infinita de Amor e Sabedoria no porão, como ferramentas que um dia poderia precisar para consertar algo. Fiz, entorpecido pelo mundo das formas, do que me pareciam palpáveis, até o ponto de perde-las em totalidade, para entender que não há totalidade, sem sentir-me pleno, que não há casa sem o verdadeiro Lar.

Não há cômodos, não há tetos, não há pisos, paredes, quintais ou muros que nos separe de quem somos. Há em verdade, o manifesto em uníssono por onde nos movemos, desse Amor imensurável, que ao resgatarmos nas mentes de nossos templos, concedidos às experiências de sabermo-nos Luz, fluentes e desbravadores pelo mundo das lutas inglórias, da competição pela conquista do efêmero, percebemos por nós mesmos, ao sentirmos profundo as alegrias e emoções, inenarráveis em palavras humanas, em cada manifesto em que podemos nos ver, nos ouvir ou nos sentir, que há algo além daquelas formas, que acreditávamos definirmos, expressando-se em regozijo de liberdade, por fazermos de nossos corações novamente despertos, sua eterna morada…

É o que pude perceber, ao ver-me e ouvir-me em cantos e sorrisos com tudo o que há de se perceber belo na Vida… Está nos tons variados de verde nas vegetações… Nos grãos de areia… Nos pés descalços a integrar-se com o barro… No respirar profundamente… Nos bichinhos que se aproximam, para desfrutar de tua comunhão… Pois a comunhão com Tudo que é real, reaproxima tudo… Não enxergada num mundo de plástico projetado sem essência, que nada produz, além do que ilude, e a nada conduz senão ao retorno, consciente de nós mesmos…

Gratidão por poder sentir tão imensamente e tão intensamente, que a verdade da vida eterna desse Amor de Deus, está para além das aparências de contextos ilusórios, das vaidades e frustrações… Está sim, dentro, e advém daquilo que antes era simples silêncio…

Ao sentir aquele toque de saudade do que não me recordava, combinado com uma sensação de emocionante amor dentro de mim, que se comunicava sutilmente… Comecei meus passos ao sentido contrário do que o mundo havia-me confinado, em buscas sem sentido… Até chegar aqui, agora, encantado com a misericórdia despendida ao meu adormecido personagem. E, encerrando meu último ato como marionete da vida, que não enxergava a vida, com o coração inflamado e o pensamento já envolto pela verdade, exprimi de minha vontade, agora como a supremacia de compreender-me;

No agora, sou quem Eu Sou, não pelo que já fui às cegas… Mas a cegueira ensinou-me mais do que qualquer saber, que no coração que inflama de ti, Sou por inteiro e o que perdi não foi meu feito…

Eu Sou o que gosto de ser… O que sempre quis sentir e para muitos do não saber transitório do ter… Um louco sonhador do Ser que sente… Sem nada pedir…

Para quem como eu já caminhou sem destino, Eu Sou o reencontro que se desfaz, no perceber-me nunca ter partido…

Eu Sou o que sempre fui, que de passado longínquo, recordo-me de ti, por ti… Por nós reintegrados sem nós, somente o Um Eterno…

Amo da essência do que fomos, porque presenteastes este pensamento adormecido no não Ser, até poder sentir novamente, que me resgatas agora da ideia que somos, para sentir-te em meu Eu Sou… Sou o que sei, sem nada mais buscar saber… É tudo o que almejei do tempo, para saber de ti em mim Eterno…

Sou tudo por mim sentindo-te… Eu sou tudo por todos que diversificas, nos laços do teu único Amor… Do Eu e Ti, teu abraço o único porvir… Da tua única palavra, a poesia da devoção manifestada por mim, honrosamente declamo, de mim, teu único Verbo…

És a única voz deste que canta o Amor… Neste campo das investidas ilusórias… Onde vim por ti, a exprimir, sempre a mais bela canção… A melodia de teu único manifesto… O que se recria do Amor, na intenção do servir…

Em teu sentido único, nenhum caminho mais, por perseguir… Me vejo estático em ti, a prosseguir no absoluto…

A todo instante em ti, Eu sou feliz… Até deixar de ser instante… Apenas o fluir… Sendo o maior de todo Ser… Morrendo para o mundo… Renascendo para o eterno, desse meu Amor Profundo…

escrito por Alfredo Henri Cury (Fred Cury)

Versão em vídeo/áudio, declamada pelo autor: https://youtu.be/LiIOLW5gnu8