O que é o Novo?

(What’s new? – Original text in Portuguese language, and transcription for English version in Blog)
O Novo não pode ser descrito, muito menos preconcebido. Não seria novo, se já fosse conhecido.
Todavia, o novo é frequentemente mencionado nas mensagens de Luz, que incentivam-nos à abertura ao mesmo e a permanecermos no fluxo, em permissão para que se manifeste.
Então, como sabemos se aquilo que se apresenta é algo novo?
Digo-vos, o novo não se apresenta, ele simplesmente flui a partir de nossos corações e, certamente, identicareis nas poderosas emoções e/ou sensações, que o Amor desencadeia por todo o conjunto de vossa manifestação de vida.
O ser humano, em sua maioria e até então, segue as orientações da mente, mais precisamente, daquilo que a mente sob influência do ego, processa em função de diversas decisões a serem tomadas, diante de circunstâncias diversas, concernentes a um sistema social implantado, com base num modelo de sobrevivência e flexibilização, mediante aos obstáculos e labirintos, próprios deste mesmo sistema organizacional, que privilegia poucos, em detrimento do sacrifício majoritário de outros.
Percebei, tudo que foi idealizado, foi descoberto nos elementos naturais ou oriundos de um Ser, uma manifestação, uma das incontáveis manifestações da Fonte, que para a maioria, é conhecida como o Planeta Terra e para aqueles que a reconhecem como um Ser Divino, Mãe Terra ou Gaia. Seguindo esta linha, tudo que foi revelado como novo, foi em nome do progresso e desenvolvimento, com a argumentação de que invenções ou descobertas, trariam benefícios ao todo. Porém, todos testemunhamos, muitas vezes omissos, que o primeiro tópico a ser considerado, é o lucro que tais benefícios poderiam gerar.
A pergunta que surge:
Se tudo que foi projetado, processado e trazido ao usufruto da civilização humana, trouxesse benefícios ao todo, não deveriam levar-se em consideração o bem estar da Mãe Terra, os povos que a ela se integram, bem como seus ecosistemas? E o que poderia justificar a fome, a guerra, as doenças, a desigualdade, o preconceito, a escravidão e a subserviência, atravessarem tantas eras da história humana até os dias de hoje?
Eis aqui a incompreensão do que poderia considerar-se o novo.
A população humana cresceu, necessidades de subsistência surgiram para atender este contingente, e resoluções foram apresentadas em níveis científicos, tecnológicos, gestores, governamentais, doutrinários, etc.
Um sistema complexo de soluções paliativas, até a exaustão e ineficiência das mesmas, de onde podemos concluir, tudo o que foi idealizado, descoberto ou projetado, a fim de manter o sistema funcional, não foi criado a partir da premissa, de que realmente deveria otimizar a plenitude e qualidade de vida e desenvolvimento de um Todo, mas para controlar e parcializar poderes e aqui, torna-se fácil identificarmos, de onde surgiram os instrumentos de competitividade humana, pois sabemos, nem todos alcançarão aquilo que se lança em benefícios, embora todos busquem os mesmos objetivos, apenas para atender falsos conceitos sobre o sentido da vida.
Como dito antes, o Novo não pode ser conhecido, mas pode ser reconhecido, quando a mente é esvaziada daquilo que percebe e interpreta como realidade, a qual em verdade, é desconectada de um princípio inquestionável da vida, o da Criação.
Somos individualizações manifestadas a partir da mesma Fonte, portanto, unificadas no poder criativo da Fonte, e o Novo, é tudo que podemos fertilizar na mesma energia de Amor, na qual, nenhuma manifestação desta origem Suprema é excluída, esquecida ou desconsiderada, mas, embora nossas atenções focadas no mundo exterior dissonante, tenham a ausência de lembranças de nossas potencialidades como parceira e o medo como instrumento, favorecendo tal amnésia, somos a perfeição do Criador Pai/Mãe em movimento evolutivo e eterno.
A criação do Novo, não é inspirada na história já contada várias vezes, ou em apresentar soluções a um sistema desigual, parcial e desarmonioso e, pela Luz que se apresenta irradiante, agora derradeiro, mas, no vácuo entre nossa real Origem e a Consciência de Unidade.
Portanto, o passado não nos define, mas as experiências bem assimiladas pelo desapego ao que não é Amor, podem reaproximar-nos do auspicioso silêncio inspirador da Nova Criação.
Faça-se a Luz…
Fred Cury
What’s new? (English version)
The new cannot be described, much less preconceptions. Wouldn’t it be new, if already known.
However, the new is often mentioned in the messages of light, which encourage us to the opening to the same and to remain in the flow, in permission to that manifests itself.
So, how do we know what presents itself is something new?
I tell you, the new no presents itself, he simply flows from our hearts and, certainly, it is identified in powerful emotions and / or sensations, that love triggers for the whole set of your expression of life.
The human being, in their majority and until then, follow the guidelines of the mind, more precisely, of what the mind under the influence of the ego, for a number of decisions to be taken, in front of various circumstances concerning a social system implanted , based on a model of survival and sacrifice through the obstacles and mazes, that own this same organizational system, which favours few, to the detriment of the majority of frustrations and insecurities of other.
Realized, everything that was designed, it was discovered in the natural elements or from a being, a manifestation, one of the countless manifestations of the source, which for the majority, it is known as the planet earth and for those who recognize as a divine being, Mother Earth or Gaia. Following this line, everything that has been revealed as new, it was in the name of progress and development, with the argument that inventions or discoveries, would bring benefits to all. However, all witnessed, often missing, that the first topic to be considered, is the profit that such benefits could generate.
The question that arises:
If everything that was designed, prosecuted and brought to the enjoyment of human civilization, would bring benefits to all, should not take into account the well-being of mother earth, your diversity, as well as their importance for continuity of life? And what could justify the famine, war, diseases, inequality, prejudice, slavery and the subservience, crossing so many ages of human history until the days of today?
Here is the lack of understanding of what could be considered to be the new.
The human population has grown, subsistence needs arose to meet this quota, and resolutions have been tabled at levels scientific, technological, managers, governmental, doctrine, etc.
A Complex system of palliative solutions, until the exhaustion and inefficiency of the same, where we can conclude, everything that was designed, discovered or create, in order to maintain the functional system, was not created from the premise that should really Optimize the fullness and quality of life and development of a whole, but to control and parcializar powers and here, it becomes easy to identify, by the instruments of human competitiveness, because we know, not everyone will achieve what if spear in benefits, yet all still seeking the same objectives, just to get that false concepts about the meaning of life.
As said before, the new cannot be known, but it can be recognized, when the mind is emptied of what understands and interprets as reality, which in fact, it’s disconnected from a principle of life, the creation.
We are manifest, from the same source, unified in the creative power of the source, and the new, that’s all we can fertilize in the same energy of love, in which, no manifestation of this divine origin is excluded, forgotten or disregarded, but, Although our attention focused on in the outside world pitchy, have the absence of memories of our potential as a partner and fear as a tool, favouring this amnesia, we are the perfection of the creator father / mother in evolutionary movement and eternal.
The creation of the new, it’s not inspired by the story told several times, or to present solutions to an unequal system, partial and divisive and, by the intense light, now final, but, in a vacuum between our real origin and consciousness Of unit.
So, the past does not define us, but the experiences well assimilated by the detachment to what is not love, you can reconnect with new, in the inspiring auspicious silence of the new creation.
Let there be light…
Fred Cury

O face a face…

Haverá um dado momento iminente, em que te encontrarás face a face com tua verdade…

A face de seu personagem, que criou uma identidade, a fim de desdobrar-se por entre as histórias reincidentes da civilização humana, poderá hesitar diante da face real, aquela que não possui forma, desejo, ambição, medo ou instinto de sobrevivência, pois é a face do Criador em ti, que ao reacender a chama de tua alma, oferece-lhe a oportunidade de transmutar em Luz de tua origem, os corpos, sentimentos, emoções e crenças, com os quais até então identificava-te na limitada existência, controlada por projeções ilusórias do Ser, a cumprir tarefas cármicas insolúveis, perante as armadilhas ilusórias, entre idas e vindas neste plano…

Mas a hesitação se dará apenas pelo choque, pois vosso personagem esteve apegado à crenças, de que este mundo e seus conceitos de luta por conquistas efêmeras, e definir-se por tais conquistas, é algo arraigado nas mentes por muitas eras, estrategicamente planeado para manter o coletivo de almas, em buscas contrárias a si mesmas…

Poderás recordar neste face a face, que tua manifestação de vida, resulta de uma movimentação evolutiva, vinda de muito além de meras vidas passadas e suas experiências, separadas da Fonte inesgotável de Vida em sua eternidade…

Portanto, não lhe será tarefa impossível, o não julgamento dos pretensos controladores de destinos, bem como, perdoarás toda ignorância, ao recordares de que a Fonte que em ti habita, a nada julga e permite muito mais, concede a cada individualização sua, o direito de reencontrar-se com a própria verdade, assim, dando por si mesma, o salto evolutivo e ascensional, favorecendo as próprias cocriações ao novo…

Compreenderás a ti mesmo, o Ser eterno e Unificado, que és no agora, a síntese que transmuta todas as experiências, limitadas a um só mundo de imperfeições e confinamento, em um novo mundo do qual fazes parte integrante, assim como és a mão que se estende, alinhado e conduzido pelo Amor Absoluto que nos define; livres, honrados e poderosos manifestos da perfeição divina…

Saberás portanto, que a Mãe Planetária que lhe acolheu, dando-lhe a oportunidade de desfrutares de sua ascensão dimensional, já está com suas asas estendidas e lhe esperou até aqui, generosamente, para que a acompanhes nesta transição, fortalecido no espírito divino, como o novo Ser, de uma nova Terra…

És Luz… És o puro e pleno Manifesto do Amor da Fonte, e neste face a face, terás tua liberdade de que assim se cumpra, se assim abrir-te a mesma, pois livre és sempre em tuas escolhas…

Faça-se a Luz…

Fred Cury

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