O que é o Novo?

(What’s new? – Original text in Portuguese language, and transcription for English version in Blog)
O Novo não pode ser descrito, muito menos preconcebido. Não seria novo, se já fosse conhecido.
Todavia, o novo é frequentemente mencionado nas mensagens de Luz, que incentivam-nos à abertura ao mesmo e a permanecermos no fluxo, em permissão para que se manifeste.
Então, como sabemos se aquilo que se apresenta é algo novo?
Digo-vos, o novo não se apresenta, ele simplesmente flui a partir de nossos corações e, certamente, identicareis nas poderosas emoções e/ou sensações, que o Amor desencadeia por todo o conjunto de vossa manifestação de vida.
O ser humano, em sua maioria e até então, segue as orientações da mente, mais precisamente, daquilo que a mente sob influência do ego, processa em função de diversas decisões a serem tomadas, diante de circunstâncias diversas, concernentes a um sistema social implantado, com base num modelo de sobrevivência e flexibilização, mediante aos obstáculos e labirintos, próprios deste mesmo sistema organizacional, que privilegia poucos, em detrimento do sacrifício majoritário de outros.
Percebei, tudo que foi idealizado, foi descoberto nos elementos naturais ou oriundos de um Ser, uma manifestação, uma das incontáveis manifestações da Fonte, que para a maioria, é conhecida como o Planeta Terra e para aqueles que a reconhecem como um Ser Divino, Mãe Terra ou Gaia. Seguindo esta linha, tudo que foi revelado como novo, foi em nome do progresso e desenvolvimento, com a argumentação de que invenções ou descobertas, trariam benefícios ao todo. Porém, todos testemunhamos, muitas vezes omissos, que o primeiro tópico a ser considerado, é o lucro que tais benefícios poderiam gerar.
A pergunta que surge:
Se tudo que foi projetado, processado e trazido ao usufruto da civilização humana, trouxesse benefícios ao todo, não deveriam levar-se em consideração o bem estar da Mãe Terra, os povos que a ela se integram, bem como seus ecosistemas? E o que poderia justificar a fome, a guerra, as doenças, a desigualdade, o preconceito, a escravidão e a subserviência, atravessarem tantas eras da história humana até os dias de hoje?
Eis aqui a incompreensão do que poderia considerar-se o novo.
A população humana cresceu, necessidades de subsistência surgiram para atender este contingente, e resoluções foram apresentadas em níveis científicos, tecnológicos, gestores, governamentais, doutrinários, etc.
Um sistema complexo de soluções paliativas, até a exaustão e ineficiência das mesmas, de onde podemos concluir, tudo o que foi idealizado, descoberto ou projetado, a fim de manter o sistema funcional, não foi criado a partir da premissa, de que realmente deveria otimizar a plenitude e qualidade de vida e desenvolvimento de um Todo, mas para controlar e parcializar poderes e aqui, torna-se fácil identificarmos, de onde surgiram os instrumentos de competitividade humana, pois sabemos, nem todos alcançarão aquilo que se lança em benefícios, embora todos busquem os mesmos objetivos, apenas para atender falsos conceitos sobre o sentido da vida.
Como dito antes, o Novo não pode ser conhecido, mas pode ser reconhecido, quando a mente é esvaziada daquilo que percebe e interpreta como realidade, a qual em verdade, é desconectada de um princípio inquestionável da vida, o da Criação.
Somos individualizações manifestadas a partir da mesma Fonte, portanto, unificadas no poder criativo da Fonte, e o Novo, é tudo que podemos fertilizar na mesma energia de Amor, na qual, nenhuma manifestação desta origem Suprema é excluída, esquecida ou desconsiderada, mas, embora nossas atenções focadas no mundo exterior dissonante, tenham a ausência de lembranças de nossas potencialidades como parceira e o medo como instrumento, favorecendo tal amnésia, somos a perfeição do Criador Pai/Mãe em movimento evolutivo e eterno.
A criação do Novo, não é inspirada na história já contada várias vezes, ou em apresentar soluções a um sistema desigual, parcial e desarmonioso e, pela Luz que se apresenta irradiante, agora derradeiro, mas, no vácuo entre nossa real Origem e a Consciência de Unidade.
Portanto, o passado não nos define, mas as experiências bem assimiladas pelo desapego ao que não é Amor, podem reaproximar-nos do auspicioso silêncio inspirador da Nova Criação.
Faça-se a Luz…
Fred Cury
What’s new? (English version)
The new cannot be described, much less preconceptions. Wouldn’t it be new, if already known.
However, the new is often mentioned in the messages of light, which encourage us to the opening to the same and to remain in the flow, in permission to that manifests itself.
So, how do we know what presents itself is something new?
I tell you, the new no presents itself, he simply flows from our hearts and, certainly, it is identified in powerful emotions and / or sensations, that love triggers for the whole set of your expression of life.
The human being, in their majority and until then, follow the guidelines of the mind, more precisely, of what the mind under the influence of the ego, for a number of decisions to be taken, in front of various circumstances concerning a social system implanted , based on a model of survival and sacrifice through the obstacles and mazes, that own this same organizational system, which favours few, to the detriment of the majority of frustrations and insecurities of other.
Realized, everything that was designed, it was discovered in the natural elements or from a being, a manifestation, one of the countless manifestations of the source, which for the majority, it is known as the planet earth and for those who recognize as a divine being, Mother Earth or Gaia. Following this line, everything that has been revealed as new, it was in the name of progress and development, with the argument that inventions or discoveries, would bring benefits to all. However, all witnessed, often missing, that the first topic to be considered, is the profit that such benefits could generate.
The question that arises:
If everything that was designed, prosecuted and brought to the enjoyment of human civilization, would bring benefits to all, should not take into account the well-being of mother earth, your diversity, as well as their importance for continuity of life? And what could justify the famine, war, diseases, inequality, prejudice, slavery and the subservience, crossing so many ages of human history until the days of today?
Here is the lack of understanding of what could be considered to be the new.
The human population has grown, subsistence needs arose to meet this quota, and resolutions have been tabled at levels scientific, technological, managers, governmental, doctrine, etc.
A Complex system of palliative solutions, until the exhaustion and inefficiency of the same, where we can conclude, everything that was designed, discovered or create, in order to maintain the functional system, was not created from the premise that should really Optimize the fullness and quality of life and development of a whole, but to control and parcializar powers and here, it becomes easy to identify, by the instruments of human competitiveness, because we know, not everyone will achieve what if spear in benefits, yet all still seeking the same objectives, just to get that false concepts about the meaning of life.
As said before, the new cannot be known, but it can be recognized, when the mind is emptied of what understands and interprets as reality, which in fact, it’s disconnected from a principle of life, the creation.
We are manifest, from the same source, unified in the creative power of the source, and the new, that’s all we can fertilize in the same energy of love, in which, no manifestation of this divine origin is excluded, forgotten or disregarded, but, Although our attention focused on in the outside world pitchy, have the absence of memories of our potential as a partner and fear as a tool, favouring this amnesia, we are the perfection of the creator father / mother in evolutionary movement and eternal.
The creation of the new, it’s not inspired by the story told several times, or to present solutions to an unequal system, partial and divisive and, by the intense light, now final, but, in a vacuum between our real origin and consciousness Of unit.
So, the past does not define us, but the experiences well assimilated by the detachment to what is not love, you can reconnect with new, in the inspiring auspicious silence of the new creation.
Let there be light…
Fred Cury

O face a face…

Haverá um dado momento iminente, em que te encontrarás face a face com tua verdade…

A face de seu personagem, que criou uma identidade, a fim de desdobrar-se por entre as histórias reincidentes da civilização humana, poderá hesitar diante da face real, aquela que não possui forma, desejo, ambição, medo ou instinto de sobrevivência, pois é a face do Criador em ti, que ao reacender a chama de tua alma, oferece-lhe a oportunidade de transmutar em Luz de tua origem, os corpos, sentimentos, emoções e crenças, com os quais até então identificava-te na limitada existência, controlada por projeções ilusórias do Ser, a cumprir tarefas cármicas insolúveis, perante as armadilhas ilusórias, entre idas e vindas neste plano…

Mas a hesitação se dará apenas pelo choque, pois vosso personagem esteve apegado à crenças, de que este mundo e seus conceitos de luta por conquistas efêmeras, e definir-se por tais conquistas, é algo arraigado nas mentes por muitas eras, estrategicamente planeado para manter o coletivo de almas, em buscas contrárias a si mesmas…

Poderás recordar neste face a face, que tua manifestação de vida, resulta de uma movimentação evolutiva, vinda de muito além de meras vidas passadas e suas experiências, separadas da Fonte inesgotável de Vida em sua eternidade…

Portanto, não lhe será tarefa impossível, o não julgamento dos pretensos controladores de destinos, bem como, perdoarás toda ignorância, ao recordares de que a Fonte que em ti habita, a nada julga e permite muito mais, concede a cada individualização sua, o direito de reencontrar-se com a própria verdade, assim, dando por si mesma, o salto evolutivo e ascensional, favorecendo as próprias cocriações ao novo…

Compreenderás a ti mesmo, o Ser eterno e Unificado, que és no agora, a síntese que transmuta todas as experiências, limitadas a um só mundo de imperfeições e confinamento, em um novo mundo do qual fazes parte integrante, assim como és a mão que se estende, alinhado e conduzido pelo Amor Absoluto que nos define; livres, honrados e poderosos manifestos da perfeição divina…

Saberás portanto, que a Mãe Planetária que lhe acolheu, dando-lhe a oportunidade de desfrutares de sua ascensão dimensional, já está com suas asas estendidas e lhe esperou até aqui, generosamente, para que a acompanhes nesta transição, fortalecido no espírito divino, como o novo Ser, de uma nova Terra…

És Luz… És o puro e pleno Manifesto do Amor da Fonte, e neste face a face, terás tua liberdade de que assim se cumpra, se assim abrir-te a mesma, pois livre és sempre em tuas escolhas…

Faça-se a Luz…

Fred Cury

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Eu Vibro por tudo que honro… Eu honro a tudo que amo…

Aqui, muito mais do que uma reflexão, eu expresso em palavras minhas vibrações, as quais, se desejares, podeis faze-las tuas vibrações. Por nossa unidade, minhas palavras tornam-se nossas palavras, até tornarem-se no Um, o Verbo…

Ser ou ter?

Os desejos de ter algo ou ser alguém são aspirações apenas, de um sistema que absorve mais do que concede. Mas podem ser inspirações que se manifestem às experiências de Ser. Não alguém que conquiste ou represente uma personalidade, requerida pelo mundo competitivo, polarizado e dividido, mas o Ser em comunhão com o Absoluto.

Nada é conquistado, nada é meritório. Conquistas são efêmeras e méritos são vaidades e para o Absoluto, são aparências e experiências de superação da alma, em meio a um confinamento ilusório. No absoluto, os limites não lhe serão impostos, do contrário, inspiram-te infinitamente e indefinidamente a criar com a Fonte, favorecendo uma nova manifestação ao Todo. O propósito não é aquele que atende interesses individuais, mas aquele que fertiliza a continuidade e substitui a hegemonia dos preceitos sociais, pela harmonia de tudo que Vive da mesma origem.

Portanto, Eu Vibro, para que descubras teu propósito, em detrimento do papel que representas…

Perdão ou condenação?

Ser justo, não é saber julgar, mas entender o sentido do perdão. O perdão é a retomada à continuidade da evolução, onde cada qual recebe a oportunidade de realinhar-se com a Fonte e com o Todo.

Não há culpas, carmas, penalizações, castigos… Tudo isso são conceitos que aprisionam o ser no medo de errar, que nada conduz senão ao erro que se tenha focado. Se iluminares com a misericórdia suas experiências, alinharás todo sentimento de julgamento a si e ao todo, à compreensão de que perante a eternidade, nenhum dogma de subserviência ou de legislação humana faz algum sentido. Toda Lei gerada neste sistema, serve para oprimir e repreender reações que o mesmo sistema incentiva. Regenerado ou não, o ser retorna ao sistema, este que nunca se regenera e muito menos se inova. O Perdão interrompe esse processo que gira em torno de si, e abre as portas para o novo manifestar-se em toda sua glória.

Pode-se entender a purificação como limpeza, um eliminador do infortúnio, ou pode-se concebê-la como transmutação, ao caminho compassivo e reconhecido do retorno à origem. Em uma prevalece a condenação, em outra, o perdão. Uma propõe a exclusão e a outra, a liberação. A limpeza classifica o Ser pecador. A Transmutação nada classifica, apenas dignifica. A limpeza considera o impuro da ilusão, mas a transmutação, a experiência aprimorada à criação.

Portanto, Eu Vibro para que não julgues mais…

Caminhos de Luz…

Para encontrar o caminho da luz não é preciso segui-lo, apenas iluminá-lo do próprio Ser por princípio, compreendendo-o sem destino. Todo Ser é Luz, energia, manifestação e pode gerar esta Luz para iluminar o próprio discernimento, até atingir a compreensão de que cada qual tem sua trajetória evolutiva a cumprir… Embora sejamos um coletivo de Luz, singulares são as experiências, a fim de enriquecer ainda mais o conhecimento Universal.

Se para viajar pelo mundo das formas leva-se bagagens, para retornar ao universo das dimensões de Luz, não é preciso portá-las. Pois, não há histórias ou bagagens necessárias ao Ser que reencontra-se iluminado, conduzido em seus avanços pela própria Luz que lhe define. Olhar para o alto é o mesmo que olhar para dentro.

Portanto, Eu Vibro para que te encontres na Luz… A Luz que És…

O novo só começa após o fim do antigo…

É preciso conscientizar-se de que não é prudente cavar histórias de nossas origens ou antepassados no plano terreno e seus ciclos, pois não são nossas origens de fato, que vão muito além da Vida em um único sistema, todavia, advindas de uma única Fonte de Amor e Evolução Infinitos. Desnecessário é, tanto quanto insensato, do ponto de vista do foco energético, ou seja, onde direciona-se o poder do Eu, que busquemos nas histórias nefastas do passado, concernentes a humanidade, explicações ou culpados pelo caos que ocorre hoje.

Inovar, não é corrigir velhos conceitos, onde tudo se desgasta reincidentemente e alimentamo-los com a atenção e crenças, mas sim, irrigar a semente que se expande imensuravelmente.

O caos, não vem para transportar ou agregar velhos pensamentos aos novos, mas para trazê-los do obscuro à superfície das percepções, o desarmonioso, liberando-os de nossas crenças como realidades, para que possamos novamente, com os cálices vazios, receber o néctar de pureza das novas vertentes e potencialidades reais de cada Ser. Portanto, o caos é um produto da ignorância e a felicidade plena, do conhecimento. Felicidade, não se alcança pelo querer, mas emanando-a do Ser novamente.

Nós nos aprimoramos ao descobrirmo-nos em essência. Não mudamos, apenas tendemos a evoluir, dissolvendo o personagem social, retornando ao espírito e trazendo sabedoria, a um plano que já tenha se perdido em buscas ilusórias.

O sábio não precisa do cajado para sustentar uma caracterização, mas para auxiliá-lo a subir num ponto mais alto de uma montanha… Onde seus pensamentos ventilem nas alturas, alimentem-se do seu centro e ecoem energizados à superfície.

A sabedoria não tem marca, tipo, forma, nome. Apenas é a manifestação do autoconhecimento em sua plenitude, de onde o Ser identifica-se no Amor.

Portanto, Eu vibro para que te abras ao novo e te reconheças nele, criador…

Eu Vibro para que confies em teu Criador…

Acima de tudo, na energia magnânima e Fonte inesgotável de Vida, Abundância, Perfeição e Amor, atuante em cada coração. Fé, não se exprime no orar, mas trazendo do interno a oração. Até que o simples silêncio seja em si, a certeza de que palavras não mais precisem ser expressas, nem rituais conduzidos, nem cerimônias, nem cultos, nem quaisquer chaves que venham abrir portais. É quando o pensamento deixou de procurar algo, além do que sua verdade interior pode revelar-lhe a partir de si mesmo. É quando o Ser sente-se inserido, reintegrado e reunificado ao Amor.

Portanto, Eu Vibro para que estejas e sejas em Amor…

Pois, reconhecer o amor não consiste em aprendê-lo ou entende-lo, apenas libertá-lo e sê-lo…

escrito por Fred Cury

Versão em vídeo/áudio narrado pelo autor, com músicas de Reynaldo Moysés Jr.

Publicação no YouTube: https://youtu.be/_9zE_OkNueU

A Unidade se espelha em várias faces, mas evolui do Um…

(The Unit is reflected in many faces, but evolves from One Original text in Portuguese language, and transcription for English version).

Há uma grande diferença entre indicar os caminhos do próprio coração a outrem, e aponta-los por meio de fórmulas fabricadas, que apenas afastam ainda mais a mente, do silêncio necessário ao auto reconhecimento. Compartilhando algo assimilado teoricamente, lido num livro, visto em alguma mensagem por outros meios de difusão, ou palestras de proponentes a oferecer-nos, regras predefinidas às singularidades de cada um, entende-se como se uma experiência, definisse o resultado de outra experiência evolutiva da Alma.

A autêntica prática para indicar caminhos ao coração, nada estipula, do contrário, estaria direcionando a mente em reincidência do que nesta, já obstrui com suas programações matriciais egóicas, o retorno a quem o Ser realmente “É”, em sua verdade e essência. Quando sugestões exteriores são seguidas, em sequência são compartilhadas, mas nunca, a partir do coração de quem as compartilha, apenas é repassada como as soluções dos problemas de outros, dando a falsa impressão de que, a pessoa ou personagem esteja auxiliando ou contribuindo de alguma maneira ao todo.

A história escrita em um mundo confinado nada acrescenta, além de oferecer soluções para questões terrenas antigas, para as quais, como o percebido ainda hoje, não há soluções, pois, para que se possa atingir a Consciência em sua plenitude, é preciso reintegrar-se ao espírito, na total liberação do aprendizado externo, e isso, só é consumado quando se chega ao próprio coração. Dentre diversos Mestres Reais de Si mesmos, dos quais já passaram por este plano tridimensional em Amor Incondicional, Jesus e/ou Sidarta Gautama não estabeleciam nenhuma regra, ofereciam receitas de fórmulas mirabolantes, ou cobravam por seus serviços à Luz. Eles nada planejavam, mas permitiam-se a manifestação do Espírito Divino, apontando por meio de seus exemplos e palavras objetivas, a única Realidade Eterna aos seres humanos da Terra, a partir do próprio reencontro do homem com a Fonte, pelo coração.

Jesus e Sidarta sabiam, por suas próprias Consciências de Unidade, que os seres humanos dedicados as suas crenças arraigadas, dogmas e leis, rompiam, bem como rompem, o equilíbrio da Unidade, por terem adormecido como ramos frágeis, da Árvore Universal da Criação, e que seus indicativos teriam sido nulos, se não partilhassem da energia gerada apenas na intenção qualificada…

Todos os caminhos nos conduzem ao interno, o qual não é um quarto escuro de refúgio, enigmático ou improvável… O caminho para o alto não é um voo, mas um retorno para dentro, o portal do ilimitado elevado à potência da Criação Infinita…

Aqui, nesta experiência transitória de irrealidade, não sou mais um pretenso dono de conceitos, que só satisfazem o controle da ilusão do mundo, nem vos imponho o que deveis fazer, mas compartilho em unidade o discernimento. Nada peço de valor mundano por partilhar a Liberdade, pois estaria negando-a ao não reconhecê-la em meu âmago, ainda aprisionada na escravidão da matéria efêmera, tanto quanto, poderia condicionar aquele que só É, incondicionalmente; “O Amor”, o qual apenas origina-se do Criador que flui do Coração…

Muito pareceu-me ter sido tirado, todavia, fui orientado por meu Eu Divino, para que eu entendesse que nada tive, apenas senti que tive, para superar o desafio de viver ilusões, até constatá-las como não vida em plenitude. Essa é a verdadeira morte, morrer pelo discernir entre um personagem que nunca esteve vivo, e o Ser a dar sustentação a experiência de não ser.

Nada devo fazer para agradar a Fonte, além do reconhecer-me Divino e ao fazê-lo, resgato a alegria, liberdade e empoderamento inerentes, por saber-me ilimitado e eterno, para além dos limites de almejar algo, nesta redoma ilusória que experienciamos. Aceitando-me e permitindo-me, honro a Fonte suprema, e toda Graça concedida, será a Graça que concedo…

Quando retornáreis às ressonâncias de vossos corações, para quem ainda não o fez, compreendereis vossas verdades unas e puras da essência que sois…

por Alfredo Henri Cury (Fred Cury)

The Unit is reflected in many faces, but evolves from One (English version)

There is a difference between pointing out the ways of their hearts to others, and points them through manufactured formulas, for distancing the mind of silence necessary for self recognition. Sharing something assimilated in theory, on a book, seen in a message by other means of broadcasting or lecture proponents to offer us, predefined rules to the singularities of each, understood as an experience, to have the power to define the result of another experiment evolutionary of every Soul.
The authentic practice to indicate paths to the heart, nothing stipulates, otherwise would be directing the mind, in recurrence of blocking in his ego matrix settings, preventing the return of Being who really “is” in its truth and essence. When exterior cues are followed in sequence are shared, but never from the heart, but shares passed as the solutions of the problems of others, giving the false impression that the person or character is helping or contributing somehow in all.
The story written in a confined world adds nothing, offering solutions to old earthly matters, which according to the perceived today, there are no solutions, or whatever so one can reach the consciousness in its entirety, because you need to reintegrate the spirit, the full liberalization of the external learning, and it is only possible when it comes to the heart. Among real Masters, of which Have Been through this three-dimensional plane in Unconditional Love, Jesus and Gautama Siddhartha did not establish any rule, or recipes for fancy formulas, or stipulated values for Their services to the Light. They not planning nothing, but allowed themselves the manifestation of the Divine Spirit, pointing through Their examples and objective words, the only Reality Eternal to the Human Beings on earth, from man’s own reunion with the Source at heart.
Jesus and Siddhartha knew from their Unit by own consciousnesses, that humans if dedicated to their core beliefs, dogmas and laws, and broke and break the balance of the unit because they have fallen asleep, as fragile branches of Universal Creation Tree, and knew that their indicative would have been zero, if not share the frequency generated in the only qualified intention …
All paths lead us to the inner, which is not a  retreat in dark room, enigmatic or unlikely … The path to the top is not a flight, but a return into the portal to unlimited high power and Infinite of Creation …
Here, in this transitory experience of unreality, I am no longer an alleged owner of concepts, which only satisfy the control of the world of illusion, or lay you what to do but share discernment about the unit. I ask nothing of earthly value per share the freedom, as would be denying it to not recognize it in my heart, if still trapped in the bondage of ephemeral matter as much, could condition that only is unconditionally; “Love,” which only comes from the Creator that flows from the heart …
Much has been taken away from me, but, guided by my own divine self, I understood that I had nothing, just felt I had to overcome the challenge of illusions superimposed to life, even finds them as not living fully. This is the true death, dying to the world from discern between a character that was never alive and Being, to sustain the experience of not being.

Nothing, I need do to please the Source, but, beyond, recognizing me Divine and in doing so, redeem the joy, freedom and empowerment inherent to know me unlimited and eternal, beyond the limits of desire of something, in this illusory bubble of our experiences . Accepting me and allowing me, I will honor the supreme Source, and all grace granted for me, is the Grace that I can grant …
When you return to the resonances of you heart, for those who have not done so, you will understand your pure truths of the essence, that you are …

written by Fred Cury

 

 

 

 

 

Mensagem de Mestre Hilarion, 17 e 22 de Julho de 2016

Mestre Hilarion – Canalização de 17 e 22 de Julho de 2016, por Kátia De Souza (https://www.facebook.com/Lunaalone?fref=ts)
Fonte: Comunidade Céu e Raiz (https://www.facebook.com/ceueraiz/?fref=ts) .
Revisado por Freed On Life
 
Amados,
 
Que a luz desse momento, emanada por vosso planeta e espalhada sobre o mesmo, possa chegar a cada um de vocês em verdade e sentida como tal, em cada coração. Muita luz a todos!
 
A vida é imensuravelmente linda, amados! A vida quando sentida em suas nítidas manifestações, onde a simplicidade faz morada, onde as razões não encontram palavras, as necessidades de explicações são nulas, ou onde nasce o riso fácil e sem justificativas, é onde devem ou deveriam permanecer. É onde deveriam focar vossas atenções e estarem em coração. Derramarem-se com toda a confiança e se deixarem levar pela fluidez, beleza e leveza do momento. Sendo assim, provarão da mais nítida manifestação da vida e do Amor que podem exercer, doando e recebendo, isso é Amor. Essa é a condição límpida de Amor real, onde mora a espontaneidade, amados. Onde podem ser puros, sem medo do que o externo irá conceder em troca ou reagir, sejam esse amor!
 
Todos podem ou poderiam conduzir essa luz, que nesse lugar, em si mesmos, encontram, sem esforço ou condições, apenas “É” em si mesmos. Poderiam e podem iluminar outros aspectos de vossas vidas, com essa energia plena.
 
Quantos nesse momento rogam e pedem por Paz e Felicidade? E quanto já não vos foi dito sobre isso, mas muitos ainda se apegam as condições do “velho homem”, persistindo na crença de que “não pode ser tão fácil assim”. E eu vos pergunto: Por que tem que ser difícil?
 
Busquem responder esta pergunta e encontrarão velhas crenças arraigadas, enraizadas em vossas almas a vos ditarem os passos.
 
Amados, não vos perturbeis mais com as racionalidades, com as perquisições de vossas mentes que interrogam, já com as respostas prontas, para se alimentarem apenas. Sintam e diante do sentir, vislumbrem às vossas verdadeiras faces, onde ancorarão vossas energias. A morada da verdade é dita no silêncio de vossas almas e não haverá uma só explicação, que alcance uma Verdade que seja única para todos, visando aqui, a multiplicidade de experiências e vivências, nas individualidades que são nesse planeta. Cada qual possui suas condições de acolhimento, compreensão e apreensão do que são. Cada qual de vocês possuem seus trajetos e sendo assim, não há explicação única, mas energias, encontrando-se em sintonia com aquela condição, que busca a Verdade e diante de tal frequência, tudo se esclarece, através da via do coração, do sentir e a manifestação concreta se faz.
 
Nada que é feito por vós, fica sem resposta ou deixa de ser manifestação do Amor que são, mesmo que estas ações, não lhe sejam compreensíveis como sendo manifestações amorosas, mas Assim É. Toda ação é energia em movimento, promovendo impacto nessa “realidade”, a qual vocês se sujeitam e, sendo assim, a reação é inevitável e a resposta que vos chega, chega nessas reações, vos assinalando o quantum de energia despejado em luz ou em sombra, e assim, vão despertando para o Amor que palpita, Vivo e Imenso, em cada um de vocês. Confiem!
 
Se diante de vocês encontram angústias, vasculhem vossas dúvidas, incredulidades e desconfianças. Se vocês vislumbram a dor, vasculhem vossas crenças adquiridas ao longo de vossas experiências e saibam que são eternos e carregam em si, experiências de eras. Vasculhem as condições de apegos e egocentrismos, gritando por vossa atenção. Se encontrarem raiva e hostilidade, em suas ações ou pensamentos, vejam as condições de fragilidades que pensam existirem. Vasculhem vosso poder, por uma força imaginária, manifestada pelo orgulho e vaidade, que lhes impõe esse mundo irreal e não vive ou “É” em vós internamente.
 
Percebam amados, que para cada emoção e cada sentimento, sempre haverá uma justificativa, uma resposta muito bem formulada pela mente. Somente quando vocês se esvaziam dessas justificativas, não lhes dando atenção, as emoções ou sentimentos sem razão, surgem ou se apresentam. Acolham essas emoções, sem se preocuparem com os “porquês”. Acolham como acolheriam uma criança com medo, chorando, sem darem ouvidos as suas tentativas de manipulação, pois assim algumas crianças o fazem, para serem atendidas em suas necessidades. Esse é o caminho para vosso coração, para o vosso silêncio sábio, para a vossa alma em luz, onde não há palavra, onde a Paz e a Felicidade fazem morada, pois, se vos permitem Ser o que São em realidade, permitem-se ser a Luz Divina em manifestação, onde não há necessidades, mas apenas “São” e por assim permitirem-se, diluem todas e quaisquer manifestações que não sejam Luz.
 
Até o momento, estiveram escondidos de vocês mesmos recobertos por camadas e camadas de nuvens onde, as palavras da mente eram as cortinas que vos vedavam os olhos da alma. Ancoraram-se em paragens externas apenas e não se permitiam ao sorriso real e autêntico de vossas almas, a naturalidade e simplicidade da Manifestação Divina. Hoje, as cortinas se levantam e toda nuvem vem abrindo clareiras, para que a Luz adentre em profusão de Amor e nada que está fora, possui mais o mesmo valor que possuía. Não esperam mais do externo, como antes esperaram. As exterioridades hoje possuem outro significado e vocês, se interrogam mais. Questionam se de fato o que estão assistindo externamente é real ou, o que de fato está por detrás daquela manifestação externa. Já não são tão passivos como antes. Mudaram, são diferentes, estão diferentes. Vocês estão assumindo quem realmente “São”. Toda força e poder se encontram em vocês mesmos. Vocês são a força e o poder que desejam ver manifestados em vossas vidas. Confiem e atuem diante do que realmente São.
 
Soltem-se, libertem-se no Amor que vivem agora e poderão assim, senti-lo manifestado em cada gesto e toda a verdade se mostrará aos vossos olhos, a partir do instante em que a essa Verdade se entregarem. Vocês São Luz, São Amor e recebem constante e continuamente, os sopros dessa verdade, lhes ditando os caminhos e sussurrando as ações. Doem e recebam, confiando sempre!
 
Muita Luz e Paz a todos os corações, eu Sou Hilarion. Aos vossos e Em vossos Corações!
 
Hilarion